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Até sempre, camarada e amigo Flórido

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Não, não o conheci quando desempenhou funções de deputado constituinte. Quando ele integrou aquelas listas primeiras da democracia. Donde haveriam de sair os eleitos com a missão de dotar Portugal com uma Constituição. A Constituição da República Portuguesa. Que ainda hoje nos rege. As eleições tiveram lugar no dia 25 de abril de 1975.  Era eu um jovem de 15 anos. Estávamos num país recentemente resgatado de uma ditadura. Profunda. De uma noite de quase meio século. De censura. Polícia política. Mordaça. De um Portugal Amordaçado , como lhe chamou o Mário, no título de um livro. O Soares, pois claro! Ele já por cá andava. Por Viseu. Na luta. Nas lutas pelas causas que nortearam tantos democratas. As barricadas eram muitas. Mas ele no Partido Socialista desde o primeiro minuto. Lado a lado com outros. Com o João Lima. Com o Álvaro Monteiro. Com o Armando Lopes. Com o Almeida Henriques. Para me ficar só pelos mais emblemáticos socialistas dessa época. De 1975.  Falo do F...

Memórias: Debate sobre juventude promovido pela JS Sátão

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Faz hoje, dia 10 de maio, 39 anos, a Juventude Socialista de Sátão promoveu na sua sede (sede do PS) um encontro em que se debateram os problemas da juventude em Portugal. Recordo-me bem desta iniciativa. Éramos poucos, mas tiínhamos uma entrega mais genuína às causas partidárias e estávamos sempre disponíveis para promover iniciativas e para travar todos os combates eleitorais e não só os autárquicos. Eram outros tempos, bem sei, mas havia dentro do grupo valores bem solidários. Havia espírito de grupo. Quiçá, terá sido essa determinação e essa resiliência que criou o substrato daquilo que o PS foi nas décadas seguintes, em que contou e conta com a adesão de tantos satenses.  Num território claramente conservador, no final dos anos 80, dominado pelo CDS nas eleições autárquicas e pelo PSD nas legislativas, os socialistas tinham de ir à luta e tudo fazer para se afirmarem como um projeto credível no concelho. Refira-se que não tinham qualquer vereador na câmara e eram só dois os el...

Glória aos vencedores, honra aos vencidos!

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  Com certeza que, ao longo da vida, já todos vivemos momentos de enorme tensão pelos mais diversos motivos: familiares, políticos, profissionais e tantos outros. Porém, para mim, que também já estive envolvido em combates autárquicos, um dos momentos que mais me elevava os níveis de ansiedade, por melhor trabalho que se tivesse feito, era o da espera pelos resultados na noite eleitoral. Eram horas difíceis. Mesmo infernais! Vem o que precede a propósito das recentes eleições autárquicas. Os candidatos e os líderes dos partidos, que recebem os resultados a conta-gotas, e que sabem ser o centro de todas as atenções, têm de ir preparando ideias para o discurso de vitória, ou de derrota, sob a pressão dos media, dos apoiantes e dos adversários. Nestas eleições, a nível nacional, a generalidade dos líderes “cantaram” vitória, mas, verdadeiramente, o grande vencedor global foi o PSD, pelos óbvios motivos de ter ganhado mais câmaras, mais juntas e de ter tido mais votos. Já o PS, ape...

A aventura da passagem de António Guterres pelo Sátão

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  Corria o ano de 1995. Era ano de eleições legislativas, depois de Cavaco Silva ocupar a cadeira de primeiro-ministro há dez anos consecutivos. António Guterres, o secretário-geral do PS, para tomar o pulso ao país, decidiu organizar uma caravana que desse a volta a Portugal. Designada “Por uma nova maioria”, essa caravana era constituída por um autocarro onde se deslocava António Guterres, vários dirigentes socialistas e jornalistas dos diversos órgãos de comunicação social. Em cada distrito, a caravana era acompanhada por carros dos socialistas locais, que se lhe juntavam. No distrito de Viseu, o traçado, previamente elaborado, não integrava a passagem pelo concelho de Sátão. A caravana vinha de Lamego e Moimenta da Beira, passava por Vila Nova de Paiva e dirigia-se a Viseu onde haveria um almoço com os comerciantes, na Federação dos Vinhos. Os socialistas de Sátão, face à exclusão do seu concelho do itinerário, revoltaram-se e começaram a manifestar o seu descontentamento...

O povo falou. Resta aos democratas aceitar

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  O povo falou. Resta aos democratas aceitar. Uma saudação à AD pela vitória e ao Chega pela subida inequívoca. À IL e ao Livre um elogio pelo seu desempenho eleitoral. Ao PS, o meu partido, resta saber interpretar os maus resultados que obteve com a certeza de que o eleitorado soberanamente decidiu. Pedro Nuno Santos, que daqui saúdo, já extraiu as suas ilações. Outros o façam. Uns para se posicionarem como candidatos, outros para perceberem que estes tempos são diferentes. A estratégia política para o próximo futuro (médio prazo), em minha opinião, deve “Deixar o Luís trabalhar”. O meu compromisso cívico e político continuará a ser com a liberdade, a democracia, a solidariedade e a responsabilidade social, a economia de mercado, o forte apoio ao interior (a bem do litoral, diga-se), a justiça fiscal… e tudo isto dentro dos valores do respeito pela dignidade humana. Acácio Pinto 19.03.2025

Há homens assim! De coração grande, muito grande! Obrigado, Fernandinho!

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  Há homens assim! Que têm o dom de nos encantar! Que conhecemos nos trilhos da vida e que nos marcam para a vida. Para sempre. Com quem caminhamos lado a lado. Com quem nos partilhamos em interações cúmplices. De ideias. De projetos. De trajetos. De tantas trajetórias feitas em busca de causas que tanto nos uniram. Unem. De tantas lutas travadas. Inglórias, algumas. Vitoriosas, tantas outras. Sim, falo do Fernando José da Costa Figueiredo. Do Fernandinho. Do senhor Fernandinho. Daquele que foi o grande e incansável obreiro do PS no concelho de Sátão. Daquele que em 1983 assinou a minha proposta de adesão ao Partido Socialista. Falo daquele com quem percorri, tantas vezes, todas as freguesias do nosso concelho. Com quem palmilhei caminhos recônditos das nossas “Terras do Demo”, como ele dizia, citando Aquilino. Citando aquele que encontrou, sempre, no seio da sua família, em Ferreira de Aves, um porto de abrigo, quando a PIDE lhe queria lançar as garras. E como me sabia b...

Crónica em três atos: emigração, Partido Socialista e leituras censuradas!

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  Quinta-feira, dia 19 de abril de 1973. 1. Era manhã cedo e o sol ainda não subira a linha do horizonte, vindo dos lados da República Democrática da Alemanha e da subjugada, desde 1968, Checoslováquia. Eram seis horas e naquela manhã, como na maioria delas, um ligeiro nevoeiro de fumo das inúmeras fábricas do complexo siderúrgico do Reno e do Ruhr, com humidade à mistura, iria impedir que o português António da Silva visse o sol brilhar, esplendoroso, como acontecia na sua aldeia da Beira Alta. Vivia com tantos outros seus compatriotas nos subúrbios de Colónia e estava a iniciar os rituais de mais um dia de trabalho, longe da sua família que ficara em Portugal. Almejava ganhar algum dinheiro para ter a vida digna que a agricultura, no seu torrão natal, lhe negara. Queria muito formar os seus filhos, construir uma casa e comprar um carro para passear na velhice. Tinha cinquenta anos e não queria andar na Alemanha muito mais tempo. Saltou da cama, lavou a cara, fez a barba com...

A morte não se faz anunciar

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  A morte não se faz anunciar. São notícias que nos chegam, repentinamente, pela calada, quantas vezes da noite, e nos tomam o tempo e o espaço, levando-nos, sempre, ao questionamento da fragilidade humana. É doloroso, mas é assim! É angustiante, mas resta-nos, pese embora a revolta, aceitar! É que de cada vez que parte um amigo parte sempre algo de nós, ficando, igualmente e também sempre, connosco, algo de quem parte! Hoje foi o Afonso Abrantes , de Mortágua, um socialista, um grande amigo, que partindo não deixou de ficar, que partindo não vou deixar de guardar! Um sentido abraço de condolências à família, neste difícil e cruel momento. Acácio Pinto

Jorge Coelho

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Privei com ele, de uma forma mais intensa, quando ele era Ministro do Equipamento Social, em 2000 e 2001, era eu chefe de gabinete de José Junqueiro, seu Secretário de Estado, de um governo liderado por António Guterres. Refiro-me, claro está, a Jorge Coelho, um mangualdense que hoje nos deixou, aos 66 anos de idade. Dele guardo a sua simpatia, a sua generosidade, a sua solidariedade, a sua amizade. Socialista dos quatro costados, Jorge Coelho era, quase sempre, a voz mais aguardada nos comícios do PS. Ele tinha o dom de empolgar os militantes e simpatizantes, sempre que intervinha. Eram palavras diretas, sem qualquer rebuço que não fosse o de ser bem interpretado por todos quantos o escutavam. Eram ideias claras, diretas, palavras de raiz popular, quantas vezes duras, quando tinha de ser, e integradas em discursos ditos em tom forte. Guardo, desse tempo, uma noite aziaga de março. Uma noite em que o homem, o ministro, numa decisão solitária, ousou não se esconder, não alijar res...

Marco Almeida com casa completamente cheia na apresentação da sua candidatura

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O candidato do PS a presidente da União de Freguesias de Freguesias de Mangualde, Mesquitela e Cunha Alta, não poderia ter aspirado a melhor arranque, pois o auditório do complexo paroquial de Mangualde foi pequeno para todos quantos quiseram ouvir o candidato. Mas as primeiras palavras de elogio do candidato partiram precisamente do atual presidente da junta, Bernardino Azevedo, mandatário do candidato, que não deixou de dizer que “Marco Almeida é o melhor candidato, pelas suas qualidades pessoais, competência, experiência e capacidade de saber ouvir”, a quem pediu que soubesse dizer sim e dizer não, acrescentando que a junta ficaria em boas mãos. João Azevedo, presidente da câmara municipal, de seguida, aproveitou para deixar um grande tributo a Bernardino Azevedo, pelo enorme trabalho de dedicação, proximidade e competência à sua terra, à sua freguesia, não deixando, igualmente, de dizer que finalmente a câmara de Mangualde, fruto de um grande trabalho de todos ter conseguido re...

António Costa em Viseu, este sábado, para apresentar a moção de estratégia que vai levar ao Congresso

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Notícia DÃO E DEMO António Costa vai estar este sábado, dia 7 de maio, pelas 21 horas, em Viseu, no Auditório da Escola Superior de Tecnologia, no IPV, para apresentar e debater com os socialistas da região a moção de estratégia política global com que se recandidata a secretário-geral do Partido Socialista. O prazo limite para apresentação de candidaturas e moções ao congresso socialista, que decorrerá em Lisboa, entre 3 e 5 de junho, termina esta quinta-feira, dia 5 de maio, e só a partir daí se saberá se António Costa vai ter algum opositor, admitindo o Público que Daniel Adrião, embora apoiando a liderança, se deverá candidatar para despertar o debate no congresso em torno das questões da reforma do sistema político e partidário. Segundo o Observador, o grupo responsável pela moção de António Costa é coordenado por Ana Catarina Mendes, secretária-geral adjunta, e integra Pedro Silva Pereira, Paulo Pedroso, Porfírio Silva, João Galamba, João Tiago Silveira, Pedro Nuno San...

Jantar do PS Mangualde contou com presença de Ana Catarina Mendes

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Teve lugar no dia 12 de março em Mangualde um jantar de convívio dos socialistas do concelho promovido pela concelhia local do PS, liderada pelo Marco Almeida e que contou com casa cheia. A secretária geral adjunta do PS, Ana Catarina Mendes, foi a figura central deste jantar, em que também pontificaram o presidente da Câmara Municipal, autarcas, o socialista João Azevedo, bem como os mangualdenses Jorge Coelho e Elza Pais e com José Junqueiro. Lá estive a convite do presidente da concelhia com centenas e centenas de socialistas. Boa mobilização e um PS motivado para os desafios que se avizinham.

Marco Almeida, adjunto da Ministra da Presidência

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Notícia DÃO E DEMO Marco Almeida, presidente da concelhia de Mangualde do PS, vai iniciar funções, no início de março, como adjunto da Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, segundo Dão e Demo apurou junto de fonte ligada ao processo. Recorde-se que Marco Almeida, de 39 anos, licenciado em Publicidade e Relações Públicas, pelo Instituto Politécnico de Viseu, e atualmente mestrando em Comunicação e Marketing, para além de uma vasta experiência política e organizacional, já exerceu idênticas funções, àquelas para que agora é chamado pela Ministra da Presidência, quando integrou, no XVIII Governo Constitucional, o gabinete do secretário de Estado das Autarquias Locais, José Junqueiro. Maria Manuel Leitão Marques tem na área do seu ministério vários importantes dossiers, no âmbito da modernização administrativa, de que se destaca o agora lançado Simplex +, para além de todo o trabalho inerente à presidência do Conselho de Ministros q...

1926-2016 - Morreu António Almeida Santos

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18 de janeiro de 2016, morreu Almeida Santos, presidente honorário do PS. Ler + em: DÃO E DEMO

BANIF: Governo foi célere e transparente perante a irresponsabilidade anterior

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As autoridades portuguesas geriram o processo do Banif com “objetivos claramente eleitoralistas” e por isso o problema desta instituição bancária “foi sucessivamente adiado” por questões “meramente políticas”, acusou hoje a Secretária-geral adjunta, Ana Catarina Mendes. Em conferência de Imprensa, na sede nacional do Largo do Rato, Ana Catarina Mendes considerou que a solução adotada ontem pelo Governo sobre o Banif é a que “melhor assegura a posição dos depositantes, famílias e empresas, salvaguardando a total proteção das suas poupanças”. Uma solução que, frisou, “salvaguarda também o sistema financeiro, evitando a contaminação para outras instituições bancárias”. Segundo a dirigente socialista, “a alternativa seria a liquidação do banco, com custos elevadíssimos para os trabalhadores e ainda mais elevada para os contribuintes. Esta solução é, de entre todas, a que menos custos acarreta”. Ana Catarina Mendes sublinhou que o atual Governo, em funções há apenas três semanas,...

No jantar de Natal do PS de Santa Comba Dão...

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No jantar de Natal do PS de Santa Comba Dão... Com a presença de muitos militantes e simpatizantes socialistas do concelho... e também dos deputados de Viseu e dirigentes distritais... Bom ambiente, com o presidente da Câmara Leonel Gouveia efetuar um balanço da negra herança que recebeu do executivo do PSD e a perspetivar os próximos dois anos na autarquia com destaque de diversas iniciativas que irão ser lançadas pela Câmara...

Fernando Cálix nomeado para o gabinete do Primeiro-Ministro

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O socialista viseense, Fernando Cálix, ao que  Dão e Demo  apurou junto de fontes próximas do processo, já está em funções no gabinete do Primeiro-Ministro, António Costa. Refira-se que Fernando Cálix, que desempenhava funções no Centro Distrital de Viseu da Segurança Social, não vai desempenhar funções que lhe sejam estranhas, pois já no anterior governo socialista desempenhou funções no gabinete do Primeiro-Ministro de então. Apesar de não termos conseguirmos chegar à fala com Fernando Cálix, que é membro da Comissão Nacional do PS e um apoiante desde a primeira hora de António Costa na sua candidatura a secretário geral do PS, a nossa fonte garantiu que a sua entrada em funções ocorreu ontem, dia 7 de dezembro.

PS e PSD ‘picaram-se’ na última Assembleia Intermunicipal Viseu Dão Lafões

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Notícia DÃO E DEMO : «A última reunião da Assembleia Intermunicipal da CIM Viseu Dão Lafões que se realizou em Vouzela, no auditório municipal, teve momentos bem quentes entre os deputados do PSD e do PS. Tudo decorria com normalidade até ao momento em alguns deputados do PSD, José António Pereira, António Luís Ferreira, Carlos Amaral e João Vale Andrade, suscitaram a “legitimidade do atual governo do PS liderado por António Costa”, que disseram “estar a governar sem ter ganhado as eleições”. Disseram esperar que os sacrifícios dos portugueses não venham a ser colocados em causa por esta governação apoiado pelos partidos da esquerda, nomeadamente o BE, o PCP e o PEV. Reclamaram igualmente as obras relativas à requalificação da linha da beira alta e do IP3. Na reação a estas declarações os deputados do PS, através de Paulo Marques e Marco Almeida, reagiram no mesmo tom questionando se os deputados do PSD sabiam que em Portugal não se elegem primeiros-ministros, mas antes depu...

Ana Catarina Mendes em entrevista ao SOL | ‘PS tem conceção da Europa muito diferente da que tem a direita’

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Entrevista ao SOL Por: Manuel Agostinho Magalhães | 21.11.2015 A primeira vice-presidente da bancada do PS esteve em todas as negociações dos acordos à esquerda e vai ser a responsável pelo PS, se António Costa for primeiro-ministro. Tem uma confiança inabalável na solidez da “coligação” com BE, PCP e ‘Verdes’. O Presidente da República deu sinais de que pode prolongar o governo de gestão. O PS está preparado? O Presidente precisa de ter a noção de quais são as suas competências. E a sua principal competência é manter a cooperação institucional com os outros órgãos de soberania. Tivemos a rejeição do programa de governo, que ditou a sua demissão. Compete agora ao Sr. Presidente da República, tão rápido quanto possível, cumprir a Constituição e indigitar um novo governo, liderado pelo PS, com o apoio de uma ampla maioria parlamentar. Mas o PS conforma-se, se o PR não der posse a António Costa? Não acho que esteja em causa esse cenário. E será muito prejudicial ao país se ...

António Costa: "É urgente o país dispor de um governo estável"

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O Secretário-geral do PS, António Costa, defendeu ontem, no final da audiência com o Presidente da República, que “é urgente o país dispor de um Governo estável e que responda à vontade de mudança”, como foi inequivocamente expresso pelos portugueses nas urnas. Uma mudança de reorientação política, sustentou o líder socialista, “que permita assegurar o crescimento e o emprego, a consolidação sustentável das nossas finanças públicas e que permita termos uma nova postura na União Europeia, tendo em vista retomar a trajetória de convergência que tem sido interrompida”.º«´´O Secretário-geral do PS fez questão de sublinhar que “seria irresponsável colocar o país numa situação de ingovernabilidade, em que não houvesse Governo e sem que fosse possível criar um Governo alternativo”. Com este sentido de responsabilidade, António Costa afirmou que “o PS não se deve furtar ao seu dever de contribuir para proporcionar ao país uma solução de Governo estável e que tenha um suporte maioritár...