Dizem que a História tende a repetir-se. Pois bem, eu direi: espero e desejo que não, na vertente subjacente a este livro de Klaus Mann. Contra a Barbárie é um bom exemple, em poucas páginas, para efetuarmos uma incursão nesse passado, não muito longínquo, mas que existiu, para mal dos nossos pecados. É uma boa leitura para que a nossa consciência se torne mais aguda e crítica quando se trata de confrontos bárbaros Este livro, deste alemão, nascido em 1906, Klaus Mann, traz-nos um conjunto de textos, que ele escreveu nos anos 30 e 40, que dizem bem que a barbárie, ontem como hoje, pode começar por “bater levemente”, a entrar pela porta da democracia (e quando assim é, o que podem fazer os democratas?) e alapar-se nas várias instâncias, começando a marcar o território. Step by step , vão instalando os seus tentáculos a tudo quanto são os difusores das ideias, os livres-pensadores e os influenciadores das pessoas. Estarão na sua mira os jornais, as rádios e as televisões, as...
Ali, a dois passos do areal, na Praia de Quiaios , há um restaurante que é um verdadeiro oásis para o palato. Que é uma viagem pelo interior de sabores mágicos. MAR de seu nome — qual outro poderia ser? — este palco, que nos enfeitiça com pábulos encantados, não nos deixa margem para que o não voltemos a pisar. E se se costuma dizer que o diabo está nos detalhes, neste (aquém) MAR o diabo está em todo o lado, desde o prelúdio até ao epílogo. Ora saboreiem — desculpem, imaginem, porque ainda não foram inventadas as palavras que consigam significar tais paladares. Será que conseguem traduzir a densidade de sabores que o queijo camembert com cebola caramelizada e amêndoa fatiada, de entrada, nos proporciona? Eu não consigo! Delicioso, porém! E como se escreve o travo das zamburinhas no forno, com sabor a mar e com uma gota de limão a gosto? Não sei! Só sei que o céu-da-boca foi ao céu! E lulas grelhadas com puré de feijão branco e maçã palitada? De três assobios! É...