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olhar doce | que m'enxameia

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dei-te rosas vermelhas, púrpuras margaridas camélias da casa d’aldeia recebi rugas mãos trémulas olhar doce que m’enxameia ap 05.05.2013

OBRIGADO A TOD@S

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Aos mais de mil AMIGOS que no mural, em mensagem privada, em comentários de publicações, por mail, por sms, ou por telefonema me deram os parabéns não encontro melhor forma de a todos a agradecer do que deixando-lhes esta excelente melodia de Vivaldi - Spring. Face à impossibilidade objetiva de a todos e a cada um agradecer aqui fica o meu OBRIGADO A TOD@S. ABRAÇO.

[assim é com as mães] ...porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia!

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Vídeo captado, hoje, 6 de maio, a escassos metros dum [...] meu magma ! De Alberto Caeiro: «O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia!» Assim é com as mães!

[opinião] Nuno Crato está imparável! Exames no 4º ano para obter “dados fiáveis sobre a aprendizagem”?

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Nuno Crato está, de facto, imparável! Basta olhar para a versão final da estrutura da revisão curricular para inferir tal. Nem perante os inúmeros alertas ele consegue ceder à sua tentação de se ajoelhar perante o absolutismo do saber e, dentro deste, de alguns saberes que ele elegeu como a luz de todas as luzes para revolucionar a educação, como se de uma revolução ela estivesse necessitada. Porém, as coisas, não lhe estão a sair bem a vários níveis e a sua “implosão”, mais cedo ou mais tarde, implodirá com as políticas do seu criador. Na versão final, que agora nos traz, as incoerências são muitas e nem perante as enormes críticas de que foi alvo, ele acabou por recuar. As inúmeras e consistentes críticas ao fim da disciplina de Formação Cívica autónoma não foram suficientes para ele a recuperar com a dignidade que merecia. Remeteu-a para o “purgatório” de uma autonomia com que teima em encher a boca. E o quão fundamental, ela, é no nosso tempo! Quanto às provas finais [exa...

[alguns detalhes em fotografia] Como se escreve Lisboa?

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Como se escreve Lisboa? Sim, como se escreve Lisboa aqui e agora? Fado? Rio? Mar? Cais? Camões? Pessoa? Paredes? Amália? Como se escreve? Bairros? Castelo? Colinas? Marchas? Elétrico? Eusébio? Benfica? Sporting? Afinal, como se escreve Lisboa? Sim, como se escreve Lisboa, aqui e agora? (Lx. 2012.12.08)

[opinião] E a esperança?

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Há uma palavra que, pelo seu conteúdo, é capaz de suplantar oceanos de dificuldades e colossais contrariedades sejam elas de que natureza forem. Falo da palavra esperança. Falo de uma palavra que encerra uma capacidade latente de dotar os indivíduos, em qualquer parte do mundo, de ânimo, de crer e de querer lutar por um futuro melhor. Vêm estas considerações a propósito do Orçamento de Estado que o governo apresentou e a direita, no parlamento, aprovou para 2012. E aprovou-o sem qualquer sensibilidade social, sem qualquer tergiversação face ao objetivo, frio, de cumprir, pelo caminho da penalização do rendimento do trabalho, as metas acordadas e não por outros caminhos que lhe foram propostos pelo PS e pelo seu líder António José Seguro, mas também por dignitários da Igreja, por Mário Soares, Cavaco Silva, Rui Rio, só para citar alguns. E aprovou este orçamento, não só contra os funcionários públicos e pensionistas, mas contra os portugueses, e sobremaneira contra os mais desfavorecido...

(ou)tonalidades 2

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cai-nos um amarelo rosado um vermelho acastanhado um verde e um lilás até... um nada e um tudo que não mais é que um corpo adormecido ao encontro do infinito (ap)