Último livro de poesia de Agostinho Santa é um hino ao Douro!
Douro - Poemas de Entre Corpo e Alma - livro de poesia de Agostinho Santa, apresentado na Régua Quando o Douro nos chega à alma o corpo é que sofre! É como um feitiço! É, assim, como uma punção que nos captura! Seja em São Salvador do Mundo, seja em São Leonardo da Galafura, seja onde for, o Douro entranha-se até aos ossos, até à medula, em tantas gentes como nós. Depois, está claro, entra no circuito, no sanguíneo, e aloja-se-nos na alma. Vem isto a propósito do último livro de poesia de Agostinho Santa. Apresentado no dia 30 de novembro no salão nobre da Casa do Douro, na Régua, o autor, logo no título, diz-nos que os seus poemas ao Douro, as suas odes telúricas, deixem-me dizer assim, são “de entre corpo e alma”. E, de facto, são. Porém, o autor, não nos esclarece se se trata do corpo e da alma do Douro se dos seus, ou dos nossos. Ou será que esclarece? (…) “Poucos sabem como eu sei / que o corpo que te invejam / não é só corpo / - ossos nervo carne pele e fluid...