Partilho o teor de um mail que enviei hoje, dia 2 de outubro, a um conjunto de viseenses a quem semanalmente enviava uma "newsletter", a partir de links deste blog, com a minha atividade política . Hoje enviei a INTERAÇÃO nº347, a última deste ciclo.
Cara(o) amiga(o),
Iniciei a minha atividade parlamentar em 15 de outubro de
2009, eleito pelo círculo eleitoral de Viseu, nas listas do PS, o meu partido
de sempre.
Desde então decidi interagir convosco através destas
comunicações regulares a que dei o nome de interação, podendo igualmente ter-se acesso à minha atividade na Assembleia da República através do link: http://www.parlamento.pt/DeputadoGP/Paginas/Biografia.aspx?BID=4208.
Esta foi a forma que encontrei para comunicar com os
eleitores do meu círculo eleitoral, dando-lhes nota, semanalmente, das
atividades políticas, parlamentares e partidárias em que participava, de forma
a poderem efetuar o, sempre saudável, escrutínio dos políticos, neste caso o
meu escrutínio.
Quero pois, neste momento, uma vez que não sou candidato
nestas eleições legislativas, agradecer a todos a amizade, o apoio, a confiança
e a crítica construtiva que me fizeram. Desde logo quero agradecer ao PS e aos
socialistas, mas também aos inúmeros eleitores de todo o distrito que não sendo
militantes do PS não deixaram de dar o seu contributo ativo para a melhoria do
distrito de Viseu.
Uma palavra também de agradecimento aos meus colegas
deputados de Viseu, o José Junqueiro e a Elza Pais, pessoas sempre na linha da
frente de todos os combates distritais e nacionais. Pessoas empenhadas e sempre
muito dedicadas às causas que abraçam.
Finalmente uma palavra para o futuro que desejo que a partir
do próximo dia 4 de outubro, e perdoem-me aqueles que não são socialistas,
venha a romper com as políticas de austeridade a que os portugueses foram
sujeitos nestes últimos quatro anos pela coligação.
António Costa merece ser primeiro-ministro para fazer
diferente, para fazer melhor, para cumprir um programa que construiu com base
numa agenda estratégica para a década e em estudos macroeconómicos credíveis
desenvolvido por economistas independentes.
As sondagens (ainda) não ganham eleições. O voto de cada um
é que decide e a decisão está nas mãos de cada viseense e de cada português,
pelo que ir votar deverá constituir-se como uma obrigação básica de todos.
Eu votarei no PS e em António Costa!
Cumprimentos e até sempre.
Acácio Pinto
Nota: A partir de hoje deixarei de enviar esta
"newsletter" semanal pois o meu mandato terminará numa das próximas
semanas, com a posse dos novos deputados, a quem desejo felicidades.