Serviços editoriais, produção de conteúdos, e consultoria editorial.
Intervenção no plenário da AR sobre o bom senso do ministro da educação (c/vídeo)
Obter link
Facebook
X
Pinterest
Email
Outras aplicações
-
Pergunta colocada, em nome da bancada do PS, no dia 6 de junho, no plenário, ao deputado do BE, Luís Fazenda, a propósito de uma declaração política sobre educação.
Agostinho Oliveira, António Oliveira, Agostinho Oliveira. Avô, filho, neto. Três gerações com um mesmo denominador: negócios, empreendedorismo. Avelal, esse, é o lugar da casa comum. O avô, Agostinho Oliveira, conheci-o há mais de meio século, início dos anos 70. Sempre bonacheirão e com uma palavra bem-disposta para todos quantos se lhe dirigiam. Clientes ou meros observadores. Fosse quem fosse. Até para os miúdos, como era o meu caso, ele tinha sempre uma graçola para dizer. Vendia sementes de nabo que levava em sacos de pano para a feira. Para os medir, utilizava umas pequenas caixas cúbicas de madeira. Fossem temporões ou serôdios, sementes de nabo era com ele! Na feira de Aguiar da Beira, montava a sua bancada, que não ocupava mais de um metro quadrado, mesmo ao lado dos relógios, anéis e cordões de ouro do senhor Pereirinha, e com o cruzeiro dos centenários à ilharga. O pai, António Oliveira, conheci-o mais tardiamente. Já nos meus tempos de adolescência, depois da revolu...
O trabalho era o seu foco. Todos os dias. Do sol nado até à noite adentro. Por ela passava tudo, mesmo tudo, o que acontecia naquela casa. Sempre de atalaia para servir. Sempre atenta aos movimentos. Sempre solícita aos pedidos. Sempre com uma voz doce para com todos. Mesmo quando dizia “já chega” àqueles que não cansavam a sede com o graduado vinho do Dão, a sua aspereza era doce, era meiga. É verdade, padre José Henrique, e permita-me a citação, “ela tinha pica, tinha muita pica”. Era, de facto, uma mulher de armas. De garra e com muita garra. Sempre com a adrenalina em alta. Que andava num torvelinho permanente. Do café para a sala das cartas e desta para o salão do primeiro piso. Para aquele santuário gastronómico. Quem nunca pisou aquele chão? Quem nunca provou os seus petiscos? Os seus manjares? As suas iguarias? Quem não se lembra da cabidela? Do cozido à portuguesa? Do bacalhau na brasa? Das enguias? Do leitão? Dos enchidos? E-sei-lá-eu-mais-o-quê? E do queijo? ...
LUSA 20.04.2013 - «Os deputados do PS eleitos pelo círculo de Viseu perguntaram hoje ao Governo quando pretende promover a assinatura do contrato para a adjudicação e início da construção das barragens de Girabolhos e da Bogueira. Numa pergunta dirigida ao ministro da Economia e do Emprego, os deputados José Junqueiro, Acácio Pinto e Elza Pais lembram que, no âmbito de um concurso público internacional, o Estado e a Endesa Generación Portugal assinaram, em dezembro de 2008, a adjudicação provisória para a construção das barragens de Girabolhos e da Bogueira. Com a emissão da Declaração de Impacte Ambiental em julho de 2010 e a aprovação do Relatório de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução em setembro de 2011 ficaram “criadas as condições para a adjudicação definitiva para a então constituída sociedade concessionária Hidromondego - Hidroeléctrica do Mondego”, recordam. Em setembro de 2010, foi aprovada a portaria que classificou as barragens e toda a zona envolvente d...