Avançar para o conteúdo principal

Acácio Pinto na sessão distrital do Parlamento dos Jovens em Vila Nova de Paiva


Estive presente, em representação da Assembleia da República, na sessão distrital do programa do Parlamento dos Jovens do ensino secundário que decorreu no auditório municipal Carlos Paredes em Vila Nova de Paiva que contou com a participação de noventa e nove deputados eleitos nas trinta e três escolas participantes do distrito.
Na sessão de abertura estiveram também presentes o Presidente da Câmara e da Assembleia Municipal de Vila Nova de Paiva, respetivamente, José Morgado e Paulo Marques, o delegado regional do IPDJ do Centro, Miguel Nascimento, a vereadora da área da educação da Câmara, a responsável pelo programa, Maria José Afonso, o diretor do Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Paiva, para além dos professores acompanhantes dos alunos e de vários técnicos do IPDJ de Viseu.
As perguntas que me foram colocadas pelos alunos foram inúmeras sobre os mais diversos temas da atualidade: desemprego, desertificação demográfica do interior, emigração, solidão dos idosos, número de deputados na AR, redes sociais, exames, cibercrimes, petições, falta de esperança para os jovens, vencimentos dos políticos.
Segundo informação da organização, foram estas as escolas eleitas para a sessão nacional:
1º lugar – Escola Secundário Latino Coelho; Deputados: Catarina Loureiro, Simão Lúcio.
2º lugar – Escola Básica e Secundária de Moimenta da Beira; Deputados: Mariana Nascimento, Beatriz Freixo.
3º lugar – Escola Secundária de Nelas; Deputados: Inês Veiga, Catarina Almeida.
4º lugar – Escola Secundária de São Pedro do Sul; Deputados: Francisco Figueiredo, João Costa (Porta Voz do distrito: Ana Rita Conde).
5º lugar – Escola Secundária de Vouzela; Deputados: António Meneses, Tiago Ribeiro.
1º Suplente - Escola Básica e Secundária de Oliveira de Frades; Deputados: Nuno Soares, Raul Pereira.
2º Suplente – Escola Secundária Emídio Navarro; Deputados: Gonçalo Correia, Ivo Sousa.
(fotos: IPDJ - Viseu / João Magalhães)

Mensagens populares deste blogue

Sermos David e Rafael, acalma-nos? Não, mas ampara-nos e torna-nos mais humanos!

  As palavras, essas, estão todas ditas. Todas. Mas continua a faltar-nos, a faltar-me, a compreensão. Uma explicação que seja. Só uma, para tão cruel desenlace. Da antiguidade até ao agora, o que é que ainda não foi dito? O que é que falta dizer? Nada e tudo. E aqui continuamos, longe, muito distantes, de encontrar a chave que nos abra a porta deste paradoxo. Bem sei que, quiçá, essa procura é uma impossibilidade. Que não existe qualquer via de acesso aos insondáveis desígnios. Da vida e da morte. Dos tempos de viver e de morrer. Não existe. E quando esses intentos acontecem em idades prematuras? Em idades temporãs? Tenras? Quando os olhos brilham? Quando os sonhos semeados estão a germinar? Aí, tudo colapsa. É a revolta. É o caos. Sermos David e Rafael, nestes tempos cruéis, não nos acalma. Sermos comunidade, não nos sossega. Partilharmos a dor da família, não nos apazigua. Sermos solidários, não nos aquieta. Bem sei que não. Mas, sejamos tudo isso, pois ainda é o q...

Frontal, genuíno, prestável: era assim o António Figueiredo Pina!

  Conheci-o no final dos anos 70. Trabalhava numa loja comercial, onde se vendia de tudo um pouco. Numa loja localizada na rua principal de Sátão, nas imediações do Foto Bela e do Café Sátão. Ali bem ao lado da barbearia, por Garret conhecida, e em frente da Papelaria Jota. Depois, ainda na rua principal, deslocou-se para o cruzamento de Rio de Moinhos, onde prosseguiu a sua atividade e onde se consolidou como comerciante de referência. Onde lançou e desenvolveu a marca que era conhecida em todo o concelho, a Casa Pina, recheando a sua loja de uma multiplicidade de ferramentas, tintas e artefactos. Sim, falo do António Figueiredo Pina. Do Pinita, como era tratado por tantos amigos e com quem estive, há cerca de um mês e meio, em sua casa. Conheceu-me e eu senti-me reconfortado, conforto que, naquele momento, creio que foi recíproco. - És o Acácio - disse, olhando-me nos olhos. Olhar que gravei e que guardo! Quem nunca entrou na sua loja para comprar fosse lá o que fosse? Naquel...

Murganheira: O melhor espumante de Portugal!

LETRASECONTEUDOS.PT Ficam no concelho de Tarouca, em Ucanha, a norte do distrito de Viseu, e são um mundo escondido sob aquela colina revestida pela vinha alinhada e bem verde, no verão, antes da colheita das uvas touriga, tinta roriz, gouveio, cerceal, chardonnay ou pinot . Trata-se das Caves da Murganheira e ali estão há mais de 60 anos.  Situadas num espaço magnífico, de transição entre a Beira e o Douro, as Caves da Murganheira conjugam modernidade e tradição. A modernidade do edifício onde se comercializa e prova o segredo encerrado em cada garrafa de espumante e a tradição das galerias das caves "escavadas" a pólvora e dinamite naquele maciço de granito azul. E se no edifício de prova - com um amplo salão, moderno e funcional, com uma enorme janela aberta sobre a magnífica paisagem vinhateira, que encantou os cistercienses - é necessário ar condicionado para manter uma temperatura, que contraste com o agreste calor estival, já nas galerias subterrâneas a temperatura...