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Sátão: Grande manifestação de estudantes seguida de comício encerra comemorações dos 50 anos de Abril

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  Uma gigantesca manifestação com a participação dos alunos, professores e assistentes técnicos e operacionais do Agrupamento de Escolas de Sátão encerrou, com chave ouro, uma semana de atividades sobre os 50 anos do 25 de Abril. Esta iniciativa, promovida pelo Agrupamento de Escolas, contou com o apoio da Câmara Municipal de Sátão, passou pelo mural alusivo à efeméride dos 50 anos, pintado no muro do estádio da Premoreira, com poesia, pelo monumento dos Combatentes do Ultramar, homenageando os combatentes, e culminou com um comício em frente ao edifício da câmara, em que os intervenientes falaram a partir da varanda dos paços do concelho. Há que saudar os participantes e todos os promotores de tantas atividades que tiveram lugar durante uma semana em Sátão, com destaque para o Agrupamento de Escolas e para a Câmara Municipal de Sátão. Ficará para a História! (Fotos: Agrupamento de Escolas de Sátão)

Apresentação do livro “Sátão: 50 Anos de Liberdade” foi um êxito

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  Apresentação do livro “ Sátão: 50 Anos de Liberdade ” foi um êxito Neste domingo, dia 21 de junho, ante uma grande afluência de público, essencialmente autarcas e ex-autarcas, teve lugar no cineteatro municipal de Sátão a apresentação do livro “Sátão: 50 Anos de Liberdader – 1974-2024”, da autoria de Acácio Pinto . O evento, que teve lugar às 16 horas, contou com intervenções do autor, de Carlos Silva, deputado à AR, de José Morgado Ribeiro, vice-presidente da CCDRC e de Alexandre Vaz e com atuações musicais de José Pedro Pinto e do Zaatam. Deixamos de seguida a intervenção do autor, Acácio Pinto: «Onze meses após a ideia ter surgido, aqui estou, perante vós, para vos falar deste livro SÁTÃO: 50 ANOS DE LIBERDADE. Deste livro que hoje é lançado e que, desde a sua conceção, visou e visa, homenagear os autarcas, todos os autarcas do concelho de Sátão, sendo-lhes, por isso, dedicado. Antes, porém, por elementar sentido de justiça, vamos aos agradecimentos, apesar de eles...

Foi apresentado este sábado o livro “Poemas do Caderno Azul”

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  Numa sessão que teve lugar este sábado, dia 13 de abril, foi apresentado no Cineteatro Municipal de Sátão o livro vencedor do prémio literário Cónego Albano Martins de Sousa de 2023 “Poemas do Caderno Azul”, de Rosa Quinteiro, professora do Agrupamento de Escolas de Sátão e que já havia vencido este mesmo prémio em 2017. Intervieram, nesta sessão, Carlos Paixão, elemento do júri, Alexandre Vaz, presidente do município de Sátão, Lurdes Cruz, que apresentou o livro em parceria com Isabel Almeida, colegas da autora, e a fechar Rosa Quinteiro. De permeio e no final houve muita música, interpretada por jovens promessas de Sátão, com letras originais, e ainda muitos poemas declamados, destacando-se o poema “Palavras”, declamado pelo filho da autora. No final seguiu-se uma sessão de autógrafos.

Praia de Quiaios/Murtinheira: O que é que o B’ART tem a ver com o pintor Mário Silva?

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  Às localidades e aos espaços concretos que as povoam há sempre um manancial de histórias ou de estórias que se podem contar. Há sempre circunstâncias, quantas vezes inusitadas, que conferem àquele lugar específico uma personalidade, uma alma própria. É assim como que algo que anda no ar, algo que nós respiramos só ali e que nos causa um especial bem-estar. Tudo o que precede vem a propósito do B’ART, um bar de praia que frequentamos, com especial gosto. Localizado na praia de Quiaios/Murtinheira, numa encruzilhada de passadiços, a meia dúzia de metros das ondas do mar, este bar sempre nos atraiu. Fosse pela magnificente esplanada virada a sudoeste, fosse pelo serviço de fino recorte, fosse pela música ambiente, fosse pela decoração, ou fosse lá pelo que fosse, sempre gostámos de ali ir e estar. Há ali, naquele presente, como que um sopro, um lastro, uma brisa de um passado que, adivinhamos, ter tido a sua beleza, o seu esplendor e que é respeitado e projetado para o futuro ...

Os campos de margaças são uma das maravilhas de março

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  Os campos de margaças são uma das maravilhas de março No mês de março, mês do equinócio da primavera, época em que a natureza se começa a cobrir de flores, os campos da Beira Alta enchem-se de margaças, cobrem-se de branco. É o prenúncio do amanho das terras para as culturas de verão. Era eu miúdo e bem me lembro de que era nesta época que se começavam a lavrar os terrenos e toda aquela altura se finava, acabando enterrada nas leivas sulcadas pelos arados puxados por indolentes vacas castanhas. Era o sacrifício da beleza das margaças em benefício da fecundação da terra que, em compensação, devolvia mais e melhores colheitas no final do verão. Pois bem, o ciclo, esse movimento perpétuo (até um dia!), continua e foi com especial gosto que, neste mês de março de 2024, revi a alvura desses campos de outrora, com as margaças a conferirem aos terrenos da minha aldeia a alvura da neve, que, entretanto, deixou de ali assentar arraiais. Brevemente as charruas, agora dos tratores, of...

Sátão: 'Habemus' ponte do Vouga

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  Cinco meses após o encerramento ao trânsito, foi inaugurada este sábado, 23 de março, a requalificação da ponte sobre o rio Vouga, no concelho de Sátão, uma ponte com cerca de 260 anos, que liga as freguesias de Mioma, a sul e a de Ferreira de Aves, a norte. Num investimento de 610 mil euros, suportados exclusivamente pelos cofres da autarquia, esta ponte, que viu o seu tabuleiro aumentado e os pilares reforçados, permite agora uma melhor e mais segura acessibilidade. Para além de permitir a passagem de dois camiões, a ponte foi ainda dotada de um passeio virado a montante, para permitir a passagem de peões. Na inauguração, para além da presença de muito povo, oriundo de todo o concelho, com destaque para as duas freguesias envolvidas, estiveram os autarcas municipais, câmara e assembleia, e das freguesias de Mioma e de Ferreira de Aves, afinal os principais protagonistas e promotores desta obra que, depois dos inevitáveis contratempos, está agora apta a servir as pessoas d...

Sabe como se ouviam as emissões proibidas de rádio antes do 25 de abril?

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  Sabe como se ouviam as emissões de rádio proibidas antes do 25 de abril. Eram outros tempos. Tempos em que só podíamos ouvir as notícias que eram transmitidas pelas emissoras oficiais do regime de Salazar e Caetano. Antes do 25 de Abril de 1974, ouvir a BBC, a Voz da Alemanha, a Rádio Voz da Liberdade, ou a Rádio Portugal Livre era crime político. Eram emissoras que emitiam em onda curta, dirigidas a Portugal, e que tinham a polícia política sempre no encalço de quem emitia e dos ouvintes. E estes, que tinham os ouvidos colados aos recetores, sabendo que a polícia estava sempre à espreita, colocavam um copo de água em cima do aparelho, pois dizia-se que com esse expediente a PIDE não detetaria as ondas da emissão. Porém, a questão do copo de água era um mito. Os detetores com capacidade para determinar a direção das ondas eletromagnéticas (radiogoniómetros) não eram influenciados por tal expediente. Portanto, se muitos não foram apanhados quando sintonizavam nos seus aparelh...