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Gouveia: Centenário do nascimento de Vergílio Ferreira

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Busto de Virgílio Ferreira na Praça de São Pedro - Gouveia Neste ano em que se assinalam os 100 anos do nascimento de Vergílio Ferreira, ele que nasceu em Melo, concelho de Gouveia no dia 28 de janeiro de 1916, aqui deixo uma foto do busto do escritor que foi descerrado no dia 29 de janeiro, pela Câmara Municipal, na praça de São Pedro, em Gouveia, em frente à Biblioteca Municipal Vergílio Ferreira, depois de o anterior ter sido roubado em 2014. Igualmente deixo uma foto em que o Paulo Neto me apanhou numa amena conversa com Fernando Alves, jornalista da TSF, e com o vereador Jorge Ferreira no Museu Abel Manta onde se encontra patente ao público a exposição "Vergílio Ferreira: Os caminhos da escrita ou o fascínio da arte". Fernando Alves é o autor da crónica diária "Sinais", da TSF, em que ele faz das notícias do quotidiano verdadeiras peças literárias que significam, tal qual a arte, muito para além dos sons certeiros das palavras que ele tão bem diz. São...

Nova sinalização na vila de Sátão: Da crítica às primeiras placas ao elogio às mais recentes

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Notícia DÃO E DEMO A Câmara Municipal de Sátão está a implementar na vila de Sátão um novo projeto de sinalização dos equipamentos, instituições e localidades. As primeiras placas a serem colocadas numa primeira fase foram e continuam a ser alvo de fortes críticas por parte dos automobilistas e de muitas pessoas contactadas pelo  Dão e Demo , devido ao “reduzido tamanho das placas e das letras utilizadas”. Os automobilistas, por exemplo, praticamente têm que parar para as poderem ler sem problemas. Já nestas placas que agora foram colocadas no centro da vila, o “tiro” foi corrigido e a letra é de um tamanho bem maior, podendo ser lidas com grande facilidade. Foram várias as pessoas que nos confessaram o seu agrado perante esta última sinalética que para além de permitirem uma boa leitura “dão um ar de modernidade ao espaço urbano”, conforme declarou ao  Dão e Demo  um comerciante por nós contactado.

COLÓQUIOS DÃO E DEMO: "Os 40 anos de democracia na Câmara Municipal de Sátão"

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Ler o artigo todo em: DÃO E DEMO «Admitimos que possa ser essa a sua precípua função, mas entendemos que a função da comunicação social não se resume e esgota na informação. Não termina na produção e divulgação de conteúdos pelos seus leitores. A sua função tem que visar mais além, tem que lobrigar outros objetivos. E porque assim pensamos e porque queremos que seja essoutra a nossa matriz, a matriz do jornal digital Dão e Demo, iremos dinamizar iniciativas, iremos promover espaços de discussão e de reflexão. É neste contexto que iremos surgirão, já a partir do início de fevereiro, os Colóquios Dão e Demo , visando, aí, debater e discutir temas que possam envolver a comunidade e que aprofundem aspetos da nossa vida coletiva. O primeiro desses colóquios, que queremos que venham a ser mensais, centrar-se-á no poder autárquico, essa grande alavanca de desenvolvimento dos territórios, e neste caso será sobre “Os 40 anos de democracia na Câmara Municipal de Sátão” . E quem mel...

Crítica de Cinema | O renascido (2015)

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Ler em DÃO E DEMO ** (Não vale a pena) The Revenant (2015)  | Leonardo DiCaprio, Tom Hardy, Domhnall Gleeson | Realizado por Alejandro G. Iñárritu | 156 min. Por: José Pedro Pinto Emmanuel Lubezki é brilhante. Não há outra maneira de colocar a questão: ele é simplesmente o mais importante diretor de fotografia vivo, e sem competição à vista. O que ele consegue aqui, novamente com Iñárritu, é um triunfo técnico tão impressionante como o do  Birdman  (2014), e muito mais agradável de se ver. De facto, o único triunfo técnico comparável na última década foi o do  Gravidade  (2013), de Alfonso Cuarón (outro realizador mexicano), também ele filmado por Lubezki. Três filmes a rebentar de ambição, inconcebivelmente difíceis de levar a cabo, os três demasiado experimentais para poderem alguma vez ser aceites pela máquina publicitária, não fosse o nome das suas estrelas e a força das suas imagens; produções entre as mais impressionantes da his...

Afinal, o que vão fazer a Davos?

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Opinião DÃO E DEMO Quando 62 cidadãos do mundo, com certeza iluminadíssimos e competentíssimos, portadores de uma inteligência incomum, ao que se julga, detêm tanta riqueza como 3,5 mil milhões de seus concidadãos está tudo dito sobre o modelo político e económico global que nos governa. Quando 1% dos mais ricos detêm mais riqueza do que os restantes 99% cidadãos do planeta, fica bem clara e evidenciada a farsa que representa a governação dos estados em nome da equidade e da justiça social. E assim sendo está tudo dito sobre o papel das lideranças políticas dos estados, bem como sobre as práticas das organizações de vocação universal que nos regem e tantas diretivas nos “ditam”. É que nos últimos cinco anos a riqueza daqueles 62 multimilionários aumentou 44%, enquanto, ao invés, a dos 3,5 mil milhões de cidadãos decresceu 41%. E face a estes dados que se estão a agravar à velocidade da luz, como se vê, eu creio que ninguém poderá ficar indiferente. Ninguém se pode rend...

1926-2016 - Morreu António Almeida Santos

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18 de janeiro de 2016, morreu Almeida Santos, presidente honorário do PS. Ler + em: DÃO E DEMO

Crítica de Cinema | A queda de Wall Street (2015)

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Crítica de Cinema DÃO E DEMO *** (Vale a pena) The Big Short (2015) | Steve Carell, Ryan Gosling, Christian Bale | Realizado por Adam McKay | 130 min. Por: José Pedro Pinto Não é possível ficar indiferente à A Queda de Wall Street. O filme é uma tragédia no pleno sentido do termo – com forças invisíveis a conspirar desde o início para que no fim, apesar de esforço em contrário e até graças a ele, tudo acabe mal. Só que as forças em questão aqui não eram invisíveis – tanto que houve quem desse por elas, quem desse conta que o fim da festa estava iminente... mas quem é que gosta de desmancha-prazeres? E a observação mais pertinente do filme é que, tal como O Lobo de Wall Street (2013) percebera antes dele, a estupidez humana atinge proporções tão incomensuráveis de imbecilidade, que se chega a tornar mais fácil entendê-las através da comédia. O que por si já é outra tragédia. O segundo parágrafo das minhas críticas costuma ser dedicado ao resumo da história, mas neste caso...