"Promover o emprego e combater a precariedade, reforçar
a coesão e combater as desigualdades, aumentar o rendimento disponível das
famílias para relançar a economia e aliviar a asfixia dos mais pobres e da
classe média, resolver os bloqueios de financiamento das empresas e dar
prioridade ao investimento, inovação e internacionalização, e, por fim, um
Estado forte inteligente e moderno", foram as cinco prioridades elencadas
pelo secretário-geral do PS.
António Costa vincou ainda que o programa socialista
"não é um saco de palavras", nem uma "soma de promessas",
mas sim "compromissos para a próxima legislatura".
O documento prevê que medidas como a eliminação da sobretaxa
do IRS até 2017, a redução temporária da Taxa Social Única (TSU) dos
trabalhadores para a Segurança Social até 2019, os complementos salariais para
trabalhadores mais pobres e a renovação das políticas de prestações sociais,
por exemplo, impliquem menos 1,8 pontos percentuais de receita total, mas
também menor despesa pública, em 3,5 pontos percentuais, graças às medidas
substitutivas.
(www.ps.pt)