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Tomada de posse da concelhia de Oliveira de Frades

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A convite do presidente da concelhia, António Cabrita Grade, estive no dia 22 de maio, à noite, na sede do PS de Oliveira de Frades para participar na tomada de posse dos órgãos locais do PS. Presentes também o presidente da federação de Viseu do PS, António Borges, membros do secretariado da federação, a presidente do departamento das mulheres socialistas, Lúcia Silva, e o presidente da concelhia de Mangualde, Marco Almeida. Foi um momento importante para a estrutura local socialista e um momento de afirmação do PS como um partido coeso e organizado que ambiciona uma maioria nas próximas eleições para dar um novo rumo a Portugal. Parabéns aos empossados e votos de bom trabalho em prol de Oliveira de Frades, da região e do país.

Concelhia do PS Viseu promoveu tertúlia com João Galamba

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A convite da presidente da concelhia de Viseu do PS, o deputado e secretário nacional do PS, João Galamba, participou no dia 22 de maio, na tertúlia "Portugal 2025 - cenário macroeconómico e agenda política", cuja moderação esteve por conta de João Paulo Rebelo, vereador do PS na câmara municipal de Viseu. Esta foi mais uma excelente iniciativa da concelhia de Viseu, que teve lugar na Associação Comercial de Viseu, muito participada, com muitas questões a serem colocadas pelos presentes e a que João Galamba deu resposta cabal, tendo ficado bem evidenciado que há outro caminho para Portugal, a que o PS tem vindo a dar corpo através do cenário macroeconómico e agora através do programa eleitoral. Estive presente com o deputado José Junqueiro, conjuntamente com muitos militantes, e simpatizantes do PS.

PS Viseu: João Galamba convidado para tertúlia sobre cenário macroeconómico "Portugal 2025"

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Terá lugar hoje, dia 22 de maio, pelas 21 h, na Associação Comercial do Distrito de Viseu, na rua da Paz, mais uma tertúlia realizada pela concelhia do PS de Viseu, presidida por Adelaide Modesto. O tema será "Portugal 2025 - Cenário Macroeconómico e Agenda Política" e terá como convidado o deputado e secretário nacional socialista João Galamba, estando a moderação por conta do João Paulo Rebelo, vereador do PS na câmara municipal de Viseu.

Comissão política do PS aprovou por unanimidade projeto de programa eleitoral

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A Comissão Política aprovou por unanimidade o projeto de Programa Eleitoral do PS, anunciou o coordenador do programa eleitoral e do Gabinete de Estudos do partido, João Tiago Silveira. Salientando a abertura do PS neste processo de discussão política, João Tiago Silveira sublinhou que o Partido Socialista deu agora mais “um passo importante”. “O PS já fez isso nas eleições primárias, com a participação de não militantes no ato eleitoral que escolheu o nosso candidato a primeiro-ministro, e agora abriu a preparação do programa eleitoral a todos os cidadãos portugueses, incluindo até pessoas de outros partidos que pretendam dar contributos”, referiu. Confrontado com algumas dúvidas suscitadas em torno das propostas sobre a Taxa Social Única (TSU) e o contrato único de trabalho, o dirigente socialista fez questão de salientar que o debate serviu para "analisar todas as questões". "Essas são questões desafiantes, das quais pode depender a oportunidade de o PS t...

Intervenção em plenário sobre municipalização da educação (c/vídeo)

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Eis o guião da intervenção: Uma saudação inicial do PS aos cerca de 20.000 subscritores desta petição que nos é trazida pela Fenprof – sob a epígrafe “professores contestam a municipalização da educação”. É que este é bem um daqueles processos políticos sobre o qual podemos dizer que começou mal, que está a correr mal e que inequivocamente irá acabar mal. E começou mal porque o governo não conseguiu desde o início envolver os principais atores, os principais agentes e intervenientes educativos, os diversos parceiros, envolver os portugueses, no debate e na negociação da descentralização de competências em educação, conceito, aliás, que este governo tem adulterado, pois temos sido confrontados, com tudo e o seu contrário: com municipalização, com descentralização, com delegação de competências e sabe-se lá mais o quê! Não se estranham pois as críticas dos municípios e das escolas. A ANMP sempre criticou e deu parecer negativo a este processo. Por seu lado, o conselho de e...

[opinião] Não importa que não haja aulas! Tem é que haver exames!

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O atual governo desistiu, desde o início, de travar os combates mais difíceis na educação, que são, como se sabe, os relacionados com o insucesso escolar e com as desigualdades. E se assim o pensou melhor o executou. As evidências estão aí: o insucesso, depois de vários anos de melhoria, voltou a aumentar e as desigualdades na acessibilidade à escola deixaram de ser preocupação para a equipa ministerial, liderada por Nuno Crato, com reflexos evidentes para os alunos oriundos de classes sociais mais desfavorecidas ou para aqueles que necessitam de apoios especializados. Porém, Nuno Crato foi sempre embrulhando esta sua saga num discurso de “rigor”, de “qualidade” e de “conhecimentos”, como se tudo quanto se fez, em matéria de educação, até 2011, não tivesse estes atributos que agora este ministro, qual cavaleiro vingador, iria imprimir no sistema educativo. Foi neste contexto que foram impostos os exames do 4º e 6º anos de escolaridade, uma decisão que não encontra paralelo na ...

Um estado forte, inteligente e moderno | Programa do PS em debate público

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“Queremos mais rigor na governação”, o mesmo rigor que “temos praticado na elaboração do programa de Governo do PS”, declarou António Costa na apresentação do projecto de programa eleitoral do Partido Socialista, hoje na sede nacional. Um programa, como garantiu o líder do PS, que busca um equilíbrio entre o aumento e a redução da despesa e da receita. “Não é um programa do facilitismo”, mas um programa que “faz escolhas”, quando decide assumir, por exemplo, que é necessário cobrar menos impostos sobre o rendimento do trabalho mas que cria um novo imposto sobre as grandes heranças. Um programa, acentuou, que diz que é necessário investir mais nas Unidades de Saúde Familiar porque é necessário “poupar mais nas despesas que o Estado tem nos hospitais”, ou que se compromete a disponibilizar mais médicos de família para mais de meio milhão de pessoas nos próximos quatro ano. Um programa de rigor, de alternativa e de confiança. António Costa defendeu que o país precisa de “um Estad...