Romance O LEITOR DE DICIONÁRIOS vai ser apresentado na Escola Secundária Alves Martins

 


Decorrendo uma grande parte da narrativa no Liceu Nacional de Viseu, nos anos 60 e 70 do século XX, o local escolhido, em Viseu, para a apresentação do romance O Leitor de Dicionários, não poderia ser outro que não Escola Secundária Alves Martins (ESAM), que sucedeu ao liceu nacional.

O evento de apresentação do romance terá lugar no dia 3 de abril às 18:35 no auditório da escola e contará com intervenções de Adelino Azevedo Pinto, diretor da Escola, de José Albuquerque, professor de português aposentado da ESAM, que fará a apresentação do livro, do autor, Acácio Pinto, que falará sobre o processo criativo da obra e de Fernando Ruas, presidente da câmara municipal de Viseu.

Mas, para além da Escola Alves Martins, a cidade de Viseu está intimamente ligada a esta obra, através dos bispos Alves Martins, José da Cruz Moreira Pinto e José Pedro, do reitor Aires de Matos, do Parque Aquilino Ribeiro, da Pastelaria Horta, Pastelaria Santos e do Café Santa Cruz, de Arnaldo Malho, do ‘Arranha Céus’, da Avenida Salazar, da Livraria Lúmen e Papelaria Ferrão, das Agências de Viagens Novo Mundo e Barbosa, do Coche da Beira, do Hotel Grão Vasco, da Sé de Viseu, da Casa Amarela, da Feira Franca e de tantos outros icónicos locais e pessoas da cidade de Viriato.

BREVE SINOPSE DO LIVRO

Através do romance O Leitor de Dicionários, o autor pretende proporcionar uma viagem pela vida de Alberto, primeiro como aluno sempre focado nos estudos, com uma obsessão pelos dicionários, e depois como professor apaixonado pelas literaturas clássicas.

Neste romance intenso e imprevisível, que atravessa os últimos 60 anos, as tramas que envolvem a personagem principal vão sendo gradualmente libertadas, numa espiral sempre em crescendo. Seja no Convento de Santo Cristo da Fraga, em Sátão, no Seminário de Fornos de Algodres, no colégio Tomás Ribeiro, em Tondela, no Liceu Nacional de Viseu e depois Escola Alves Martins, na Universidade de Coimbra, na tropa, em Timor, ou na serra do Montemuro, a vida de Alberto – a profissional e a emocional – vai sendo constantemente escalpelizada.

Em suma, o bullying, as intrigas políticas e religiosas, as paixões e as traições e a entrada em cena da proteção civil distrital e nacional são o fermento que alimenta esta urdidura romanesca que pretende provocar no leitor uma grande vontade de conhecer o seu desenlace.