Avançar para o conteúdo principal

Alberto Silva, presidente da Acredipe, fala-nos do corso de Carnaval de 2017: ‘Muita animação e umas piadinhas’

Alberto Silva, de 59 anos de idade, residente nas Pedrosas é o presidente da Acredipe, a associação cultural, recreativa, desportiva e social das Pedrosas, que desde os finais dos anos 90 tem vindo a organizar um corso carnaval que se desloca anualmente à vila de Sátão.
Este corso tem, todos os anos, atraído ao jardim municipal, em frente aos paços do concelho, milhares de pessoas e, igualmente, este ano irá mais uma vez sair à rua, no dia 28 de fevereiro à tarde.
Foi a propósito desta iniciativa recreativa que envolve centenas de pessoas das Pedrosas que quisemos ouvir Alberto Silva, presidente da associação Acredipe fundada no ano de 1987, em maio.

Dão e Demo: Desde que ano é que o Alberto Silva é presidente da Acredipe?
Alberto Silva: Desde 2006.
DD: Em que ano a Acredipe começou a organizar Carnaval das Pedrosas?
AS: As Pedrosas sempre festejaram o Carnaval, mas foi em finais de 90 que a Acredipe começou a organizar mais a sério.
DD: Como surgiu esta ideia?
AS: Foi uma ideia espontânea que começou com uma brincadeira.
DD: Ainda se lembra desse primeiro cortejo?
AS: Não. Estava na Suíça.
DD: Tem sido difícil mobilizar as pessoas das Pedrosas ano após ano para participar neste evento que anima e enche de pessoas as ruas de Sátão?
AS: Sim, por vezes tem sido. Cada ano que passa vão surgindo mais dificuldades. Felizmente temos uma boa equipa e vários forasteiros têm participado.

“O corso carnavalesco de 2017, se tudo correr como previsto, irá ter muita animação e umas piadinhas.”

DD: Como vai ser o corso de 2017? O que nos pode antecipar?
AS: O corso carnavalesco de 2017, se tudo correr como previsto, irá ter muita animação e umas piadinhas.
DD: Com que apoios têm contado?
AS: Com o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Sátão e, igualmente, temos tido diversos patrocínios.
DD: Vamos continuar a ter corso de carnaval das Pedrosas até quando?
AS: É difícil responder a essa questão, mas penso que é para melhorar ano após ano e que vai durar por muitos anos.


Mensagens populares deste blogue

Sermos David e Rafael, acalma-nos? Não, mas ampara-nos e torna-nos mais humanos!

  As palavras, essas, estão todas ditas. Todas. Mas continua a faltar-nos, a faltar-me, a compreensão. Uma explicação que seja. Só uma, para tão cruel desenlace. Da antiguidade até ao agora, o que é que ainda não foi dito? O que é que falta dizer? Nada e tudo. E aqui continuamos, longe, muito distantes, de encontrar a chave que nos abra a porta deste paradoxo. Bem sei que, quiçá, essa procura é uma impossibilidade. Que não existe qualquer via de acesso aos insondáveis desígnios. Da vida e da morte. Dos tempos de viver e de morrer. Não existe. E quando esses intentos acontecem em idades prematuras? Em idades temporãs? Tenras? Quando os olhos brilham? Quando os sonhos semeados estão a germinar? Aí, tudo colapsa. É a revolta. É o caos. Sermos David e Rafael, nestes tempos cruéis, não nos acalma. Sermos comunidade, não nos sossega. Partilharmos a dor da família, não nos apazigua. Sermos solidários, não nos aquieta. Bem sei que não. Mas, sejamos tudo isso, pois ainda é o q...

Frontal, genuíno, prestável: era assim o António Figueiredo Pina!

  Conheci-o no final dos anos 70. Trabalhava numa loja comercial, onde se vendia de tudo um pouco. Numa loja localizada na rua principal de Sátão, nas imediações do Foto Bela e do Café Sátão. Ali bem ao lado da barbearia, por Garret conhecida, e em frente da Papelaria Jota. Depois, ainda na rua principal, deslocou-se para o cruzamento de Rio de Moinhos, onde prosseguiu a sua atividade e onde se consolidou como comerciante de referência. Onde lançou e desenvolveu a marca que era conhecida em todo o concelho, a Casa Pina, recheando a sua loja de uma multiplicidade de ferramentas, tintas e artefactos. Sim, falo do António Figueiredo Pina. Do Pinita, como era tratado por tantos amigos e com quem estive, há cerca de um mês e meio, em sua casa. Conheceu-me e eu senti-me reconfortado, conforto que, naquele momento, creio que foi recíproco. - És o Acácio - disse, olhando-me nos olhos. Olhar que gravei e que guardo! Quem nunca entrou na sua loja para comprar fosse lá o que fosse? Naquel...

Murganheira: O melhor espumante de Portugal!

LETRASECONTEUDOS.PT Ficam no concelho de Tarouca, em Ucanha, a norte do distrito de Viseu, e são um mundo escondido sob aquela colina revestida pela vinha alinhada e bem verde, no verão, antes da colheita das uvas touriga, tinta roriz, gouveio, cerceal, chardonnay ou pinot . Trata-se das Caves da Murganheira e ali estão há mais de 60 anos.  Situadas num espaço magnífico, de transição entre a Beira e o Douro, as Caves da Murganheira conjugam modernidade e tradição. A modernidade do edifício onde se comercializa e prova o segredo encerrado em cada garrafa de espumante e a tradição das galerias das caves "escavadas" a pólvora e dinamite naquele maciço de granito azul. E se no edifício de prova - com um amplo salão, moderno e funcional, com uma enorme janela aberta sobre a magnífica paisagem vinhateira, que encantou os cistercienses - é necessário ar condicionado para manter uma temperatura, que contraste com o agreste calor estival, já nas galerias subterrâneas a temperatura...