Avançar para o conteúdo principal

Colóquio "Caminhos da leitura e da escrita" encheu Casa da Cultura de Sátão

Foi um sucesso o colóquio “Caminhos da leitura e da escrita” que esta sexta-feira, dia 28 de outubro, teve lugar na Casa da Cultura de Sátão.
Numa organização conjunta do jornal Dão e Demo e do Agrupamento de Escolas de Sátão e ante uma sala cheia de satenses, os escritores convidados, Elisabete Bárbara, Rosa Quinteiro e Carlos Paixão, interpelados pelo moderador do colóquio, Acácio Pinto, deixaram os seus pontos de vista sobre o ato de escrever e sobre o ato de ler, compartilhando com os presentes muitos aspetos e circunstâncias da sua vida literária.
Falaram dos livros e dos autores que leram, leem e que os apaixonam, dissertaram sobre o efeito que a leitura e escrita tiveram e têm sobre as suas vidas, partilharam alguns aspetos privados e mais intimistas, responderam às perguntas do público e “ofertaram” aos presentes, no final, um inédito que escreveram propositadamente para este evento.
Como todo o colóquio foi filmado, iremos, durante os próximos dias, libertando os vídeos do colóquio.
De referir que o presidente da Câmara, Alexandre Vaz, e a diretora do Agrupamento, Helena Castro, deixaram, a abrir, palavras de incentivo e de congratulação pela iniciativa.
Os parceiros deste colóquio foram: Câmara Municipal de Sátão, Crédito Agrícola Mútuo do Vale do Dão e do Alto Vouga, rádio Alive FM e jornais Caminho e Gazeta de Sátão.
VÍDEOS DO COLÓQUIO:
Vídeo 1 - Intervenções iniciais de Alexandre Vaz e Helena Castro.
Vídeo 2 - Questões do moderador aos autores convidados.
Vídeo 3 - Questões do moderador aos autores convidados.
Vídeo 4 - Questões do público presente.

Mensagens populares deste blogue

Sermos David e Rafael, acalma-nos? Não, mas ampara-nos e torna-nos mais humanos!

  As palavras, essas, estão todas ditas. Todas. Mas continua a faltar-nos, a faltar-me, a compreensão. Uma explicação que seja. Só uma, para tão cruel desenlace. Da antiguidade até ao agora, o que é que ainda não foi dito? O que é que falta dizer? Nada e tudo. E aqui continuamos, longe, muito distantes, de encontrar a chave que nos abra a porta deste paradoxo. Bem sei que, quiçá, essa procura é uma impossibilidade. Que não existe qualquer via de acesso aos insondáveis desígnios. Da vida e da morte. Dos tempos de viver e de morrer. Não existe. E quando esses intentos acontecem em idades prematuras? Em idades temporãs? Tenras? Quando os olhos brilham? Quando os sonhos semeados estão a germinar? Aí, tudo colapsa. É a revolta. É o caos. Sermos David e Rafael, nestes tempos cruéis, não nos acalma. Sermos comunidade, não nos sossega. Partilharmos a dor da família, não nos apazigua. Sermos solidários, não nos aquieta. Bem sei que não. Mas, sejamos tudo isso, pois ainda é o q...

Frontal, genuíno, prestável: era assim o António Figueiredo Pina!

  Conheci-o no final dos anos 70. Trabalhava numa loja comercial, onde se vendia de tudo um pouco. Numa loja localizada na rua principal de Sátão, nas imediações do Foto Bela e do Café Sátão. Ali bem ao lado da barbearia, por Garret conhecida, e em frente da Papelaria Jota. Depois, ainda na rua principal, deslocou-se para o cruzamento de Rio de Moinhos, onde prosseguiu a sua atividade e onde se consolidou como comerciante de referência. Onde lançou e desenvolveu a marca que era conhecida em todo o concelho, a Casa Pina, recheando a sua loja de uma multiplicidade de ferramentas, tintas e artefactos. Sim, falo do António Figueiredo Pina. Do Pinita, como era tratado por tantos amigos e com quem estive, há cerca de um mês e meio, em sua casa. Conheceu-me e eu senti-me reconfortado, conforto que, naquele momento, creio que foi recíproco. - És o Acácio - disse, olhando-me nos olhos. Olhar que gravei e que guardo! Quem nunca entrou na sua loja para comprar fosse lá o que fosse? Naquel...

Murganheira: O melhor espumante de Portugal!

LETRASECONTEUDOS.PT Ficam no concelho de Tarouca, em Ucanha, a norte do distrito de Viseu, e são um mundo escondido sob aquela colina revestida pela vinha alinhada e bem verde, no verão, antes da colheita das uvas touriga, tinta roriz, gouveio, cerceal, chardonnay ou pinot . Trata-se das Caves da Murganheira e ali estão há mais de 60 anos.  Situadas num espaço magnífico, de transição entre a Beira e o Douro, as Caves da Murganheira conjugam modernidade e tradição. A modernidade do edifício onde se comercializa e prova o segredo encerrado em cada garrafa de espumante e a tradição das galerias das caves "escavadas" a pólvora e dinamite naquele maciço de granito azul. E se no edifício de prova - com um amplo salão, moderno e funcional, com uma enorme janela aberta sobre a magnífica paisagem vinhateira, que encantou os cistercienses - é necessário ar condicionado para manter uma temperatura, que contraste com o agreste calor estival, já nas galerias subterrâneas a temperatura...