Votar é escolher.
No próximo dia 4 de outubro vamos fazer uma opção
determinante para o nosso futuro.
Acreditamos nos portugueses. Não nos resignamos, sabemos que
é possível fazer diferente e fazer melhor.
Mas para isso precisamos de um governo que saiba fazer
diferente e fazer melhor. Só o PS preparou esse caminho, uma alternativa de
confiança, estudada, prudente, realista, mas que aposta nos portugueses.
A coligação de direita não cumpriu as suas promessas nem
atingiu os seus objetivos. Para que serviram os sacrifícios dos portugueses?
Mais impostos, menos economia, menos emprego e emprego mais precário, mais
pobreza, cortes nas pensões e nos salários – e mesmo assim aumentou a dívida e
o défice continua descontrolado.
A estratégia da direita foi a de empobrecer os portugueses
como via para resolver os problemas do país, mas essa estratégia falhou.
Portugal precisa de finanças públicas sãs e de crescimento
económico, mas nenhum país se desenvolve sustentavelmente empobrecendo. A
direita escondeu os problemas, mas não os resolveu. Por isso, mais 4 anos de
governo da direita trarão o regresso das mesmas políticas. Foi isso, aliás, que
já prometeram em Bruxelas e ocultam aos portugueses.
Escolhemos outro caminho: valorizar os nossos recursos. O
conhecimento e a inovação serão a chave do desenvolvimento. Dar às pessoas
condições para realizarem em Portugal os seus projetos de vida. Dar às empresas
condições para criarem mais emprego, estável e de qualidade. O trabalho das
pessoas e a iniciativa das empresas é que geram a riqueza para termos finanças
públicas sãs.
Cortar não é poupar. Acreditamos que melhor Estado também é
necessário a um desenvolvimento do país que beneficie todos os portugueses.
Depois de ter privatizado sectores estratégicos da economia, a direita
prepara-se para privatizar serviços públicos essenciais. Nós, pelo contrário,
acreditamos na importância da segurança social pública, do Serviço Nacional de
Saúde e da escola pública. Estes e outros serviços públicos não só têm de ser
preservados, mas melhorados com base em ganhos de eficiência. Já provei no
passado, como ministro responsável pelo programa Simplex, que é possível
prestar melhor serviço com menos recursos.
Os portugueses sabem, pelo meu passado em funções públicas,
que cumpro os compromissos que assumo. Fui eleito em Lisboa sempre com mais
votos a cada eleição, porque, no momento de governar, fiz sempre mais do que
tinha prometido. Preciso do seu voto para fazer o mesmo no governo de Portugal.
Um abraço muito afetuoso do
António Costa