
Foram apresentados os valores do pacto para as prioridades de
investimento no território.
Nas diversas prioridades a dotação global do pacto para o
desenvolvimento e coesão territorial da CIM é de cerca de 39 M de euros... na generalidade para obras da esfera da administração central.
É lamentável que o governo se tenha "apropriado"
das verbas locais para obras e áreas de intervenção que estão legal e constitucionalmente na sua esfera de ação.
Com certeza que as autarquias não querem deixar de colaborar
no desenvolvimento dos seus territórios... mas será que teria que ser desta
forma tão unilateral e leonina?