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Nos passos perdidos: cantAR Zeca Afonso

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No dia 26 de abril no Palácio de S. Bento, ali mesmo ao lado do hemiciclo, nos Passos Perdidos, (re)encontrámos Zeca Afonso, (re)encontrámo-nos com "o poder da palavra e com a força da música". Numa iniciativa da Assembleia da República e da sua Presidente e inserida no contexto do 38º aniversário do 25 de abril de 1974, este concerto evocativo de José Afonso, denominado "CantAR Zeca Afonso", contou com: António José Moreira (guitarra/viola); Carlos Carranca (poeta); Eduardo Filipe (Voz); Luís Alvelos (Voz); Manuel Portugal (guitarra); Manuel Rocha (violino); Nuno Encarnação (viola); Nuno Ferreira (acordeão); Rui Pato (viola); e Coro da Assembleia da República. Os Passos Perdidos encheram-se de gente, de muita gente diferente... todos, porém, de frente para Zeca, para a força da palavra, para a liberdade. Lá estive. Por lá me perdi!

[opinião] Em tempos de abril: duas (boas) decisões de tribunais do distrito de Viseu

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1. OLIVEIRA DE FRADES. A história conta-se em poucas palavras e tem a ver com liberdade de expressão. Tem a ver com uma decisão do Tribunal Judicial de Viseu no sentido da não pronúncia e arquivamento dos autos relativos às declarações do candidato do PS à Câmara Municipal de Oliveira de Frades, Porfírio Carvalho, no contexto da campanha eleitoral àquela autarquia em 2009. Declarações que tinham a ver com a qualidade da água fornecida pelo município. Tudo começou com o facto do recandidato do PSD e presidente da Câmara, Luís Vasconcelos, se ter sentido ofendido com tais declarações e vai daí, debaixo da capa de presidente do município, participa ao Ministério Público, que decide abrir inquérito e acusar o candidato do PS. Porfírio Carvalho, não se conformando com tal opção, por insustentável, abriu a instrução que agora vê dar-lhe total razão. Pois bem, para não abusar de juízos de valor passarei a transcrever excertos da referida decisão que sempre serão relevantes para espí...

82ª Feira do Livro de Lisboa 2012

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Visitei hoje, dia 26 de abril, ao fim da tarde, no Parque Eduardo VII, a 82ª Feira do livro de Lisboa 2012 que se iniciou a 24 de abril e que decorrerá até 13 de maio. Esta feira é uma organização da APEL que conta com o patrocínio da Câmara Municipal de Lisboa. Um espaço fantástico que me habituei a visitar todos os anos. Gosto de estar no meio dos livros. Gosto de os namorar. Lá encontrei, no Stand dos pequenos editores, os livros das Edições Esgotadas, entre os quais "Intimidades traídas". Também por lá encontrei os livros do Miguel Almeida, meu conterrâneo do concelho de Sátão, no stand da Esfera do Caos. Aproveito esta oportunidade para informar que o Miguel Almeida lançará durante o mês de maio o seu novo livro de poesia "O LUGAR DAS COISAS" cuja capa aqui também reproduzo. Ficam algumas fotos da visita.

"O que estava a fazer no dia 25 de abril de 1974?" Debate vivo e muito participado

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Participei no dia 25 de abril no debate "O que estava a fazer no dia 25 de abril de 1974?" promovido pelas Edições Esgotadas e pela livraria Bertrand do Palácio do Gelo, em Viseu. Comigo, neste debate, estiveram JAIME GRALHEIRO, um ilustre causídico de S. Pedro do Sul, dramaturgo, encenador autor de várias obras e que viveu abril por dentro, ARTUR OSÓRIO, também ele reputado advogado do concelho de Lamego e escritor e a TERESA ADÃO, professora, mulher das letras, diretora do Jornal Beirão, de Moimenta da Beira. Excelente debate que permitiu audiências à memória por parte de cada um dos quatro participantes e permitiu ainda uma boa troca de experiências e a expressão das ideias de cada um sobre a atualidade política geral. A resposta à pergunta "O que estava a fazer no dia 25 de abril de 1974?", pela minha parte, foi: era estudante, frequentava o 5º ano (hoje 9º), no colégio de Aguiar da Beira, que era propriedade do Padre Fonseca e nessa quinta feira, como no...

Debate "O que estava a fazer no dia 25 de abril de 1974?" será hoje às 17 h na Bertrand no Palácio do Gelo

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Sem mais comentários deixo esta minha foto de junho de 1974 que me foi pedida para o debate, "O que estava a fazer no dia 25 de abril de 1974?", que hoje, a partir das 17 horas, vai decorrer na livraria Bertrand do Palácio do Gelo em Viseu. Participam também no debate JAIME GRALHEIRO, TERESA ADÃO E ARTUR OSÓRIO. Estão todos convidados... Para além de ouvirem os intervenientes podem também conceder uma audiência à vossa memória sobre essa data e sobre o que faziam em tal quinta feira de abril... Pelo menos os mais "idosos", como os participantes no debate! Nota: dispensam-se comentários relativamente à foto!!!...

Hoje, sim hoje, tem que ser "Grândola vila morena" de Zeca Afonso

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Neste dia 25 de abril de 2012, nestes tempos de céu cinzento, curvo-me por Miguel Portas. Grândola, vila morena Terra da fraternidade O povo é quem mais ordena Dentro de ti, ó cidade Dentro de ti, ó cidade O povo é quem mais ordena Terra da fraternidade Grândola, vila morena Em cada esquina, um amigo Em cada rosto, igualdade Grândola, vila morena Terra da fraternidade Terra da fraternidade Grândola, vila morena Em cada rosto, igualdade O povo é quem mais ordena À sombra duma azinheira Que já não sabia a idade Jurei ter por companheira Grândola, a tua vontade Grândola a tua vontade Jurei ter por companheira À sombra duma azinheira Que já não sabia a idade.

Hoje às 22.55 h é tempo de recordar "E depois do adeus" de Paulo de Carvalho

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Quando forem 22.55 horas passam 38 anos sobre a senha, a canção "E depois do Adeus", que deu a ordem para as tropas se prepararem para a revolução de 25 de abril de 1974. "E depois do adeus" foi a canção que representou Portugal no Festival da Eurovisão, nesse ano, e que foi transmitida pelos Emissores Associados de Lisboa. Letra - José Niza Música - José Calvário Intérprete - Paulo de Carvalho