No âmbito da Comissão de Educação e Ciência, o Deputado Paulo Barradas representou, no dia 29 de Junho, o Grupo Parlamentar do PS na audição de encerramento das actividades promovidas pelo "Relatório sobre as Perspectivas e realidades da aplicação da Lei da Administração e Gestão Local da Educação - as Escolas TEIP (Território Educativo de Intervenção Prioritária)". A Audição reuniu Directores de Escolas de todo o país. Do debate resultou, como principal conclusão, a importância e eficácia deste modelo de gestão escolar, sendo opinião comum a necessidade de transformar este programa numa política educativa que dê sequência ao trabalho profícuo que estas escolas têm realizado. Há procedimentos e situações diversas a melhorar, mas todos os partidos políticos reconheceram que esta reforma implementada pelo Governo tem transformado a escola numa verdadeira oportunidade para crianças e jovens provenientes de famílias mais fragilizadas social e economicamente.
As palavras, essas, estão todas ditas. Todas. Mas continua a faltar-nos, a faltar-me, a compreensão. Uma explicação que seja. Só uma, para tão cruel desenlace. Da antiguidade até ao agora, o que é que ainda não foi dito? O que é que falta dizer? Nada e tudo. E aqui continuamos, longe, muito distantes, de encontrar a chave que nos abra a porta deste paradoxo. Bem sei que, quiçá, essa procura é uma impossibilidade. Que não existe qualquer via de acesso aos insondáveis desígnios. Da vida e da morte. Dos tempos de viver e de morrer. Não existe. E quando esses intentos acontecem em idades prematuras? Em idades temporãs? Tenras? Quando os olhos brilham? Quando os sonhos semeados estão a germinar? Aí, tudo colapsa. É a revolta. É o caos. Sermos David e Rafael, nestes tempos cruéis, não nos acalma. Sermos comunidade, não nos sossega. Partilharmos a dor da família, não nos apazigua. Sermos solidários, não nos aquieta. Bem sei que não. Mas, sejamos tudo isso, pois ainda é o q...