Avançar para o conteúdo principal

Livro sobre "A população do concelho de Sátão"

 

Publicado em 2021, o livro "A POPULAÇÃO DO CONCELHO DE SÁTÃO - QUANTOS FOMOS, QUANTOS SOMOS", publicado pela Câmara Municipal de Sátão, é o resultado de uma parceria entre o município e o Agrupamento de Escolas de Sátão. O livro é o resultado de um breve estudo que o autor, Acácio Pinto, levou a cabo no ano letivo de 2020/2021, sobre a evolução da população no concelho, desde o século XVI (Numeramento da População de 1527,-1532, ordenado por D. João III) até à atualidade.

Para além da população do concelho (e dos concelhos antigos) são ainda apresentadas diversas tabelas, pirâmidas etárias e mapas, com as diferentes configurações territoriais das freguesias, e com as principais características demográficas da população concelhia ao longo do tempo.

Eis o seu índice:

INTRODUÇÃO

1. O SÁTÃO NO CADASTRO DA POPULAÇÃO PORTUGUESA DE 1527

1.1. CONCELHO DE FERREIRA DE AVES

1.2. CONCELHO DE GULFAR

1.3. CONCELHO DO LADÁRIO

1.4. CONCELHO DE RIO DE MOINHOS

1.5. CONCELHO DE SÁTÃO

1.6. CONCELHO DE SILVÃ

2. O SÁTÃO NOS RECENSEAMENTOS GERAIS DA POPULAÇÃO

2.1. A EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO CONCELHIA

2.2. POPULAÇÃO RESIDENTE POR SEXO

2.3. OS GRUPOS ETÁRIOS E O ÍNDICE DE ENVELHECIMENTO

2.3.1. PIRÂMIDES ETÁRIAS DO CONCELHO E DO PAÍS EM 2001 e 2011

2.4. A POPULAÇÃO DO CONCELHO POR ESTADO CIVIL

2.5. A EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO NAS FREGUESIAS DO CONCELHO DE SÁTÃO

2.6. A DENSIDADE POPULACIONAL DAS FREGUESIAS

3. EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO NA CIM VISEU DÃO LAFÕES

4. NOTA FINAL

Para quem estiver interessado no livro deverá contactar o Município de Sátão.


Mensagens populares deste blogue

Sermos David e Rafael, acalma-nos? Não, mas ampara-nos e torna-nos mais humanos!

  As palavras, essas, estão todas ditas. Todas. Mas continua a faltar-nos, a faltar-me, a compreensão. Uma explicação que seja. Só uma, para tão cruel desenlace. Da antiguidade até ao agora, o que é que ainda não foi dito? O que é que falta dizer? Nada e tudo. E aqui continuamos, longe, muito distantes, de encontrar a chave que nos abra a porta deste paradoxo. Bem sei que, quiçá, essa procura é uma impossibilidade. Que não existe qualquer via de acesso aos insondáveis desígnios. Da vida e da morte. Dos tempos de viver e de morrer. Não existe. E quando esses intentos acontecem em idades prematuras? Em idades temporãs? Tenras? Quando os olhos brilham? Quando os sonhos semeados estão a germinar? Aí, tudo colapsa. É a revolta. É o caos. Sermos David e Rafael, nestes tempos cruéis, não nos acalma. Sermos comunidade, não nos sossega. Partilharmos a dor da família, não nos apazigua. Sermos solidários, não nos aquieta. Bem sei que não. Mas, sejamos tudo isso, pois ainda é o q...

Frontal, genuíno, prestável: era assim o António Figueiredo Pina!

  Conheci-o no final dos anos 70. Trabalhava numa loja comercial, onde se vendia de tudo um pouco. Numa loja localizada na rua principal de Sátão, nas imediações do Foto Bela e do Café Sátão. Ali bem ao lado da barbearia, por Garret conhecida, e em frente da Papelaria Jota. Depois, ainda na rua principal, deslocou-se para o cruzamento de Rio de Moinhos, onde prosseguiu a sua atividade e onde se consolidou como comerciante de referência. Onde lançou e desenvolveu a marca que era conhecida em todo o concelho, a Casa Pina, recheando a sua loja de uma multiplicidade de ferramentas, tintas e artefactos. Sim, falo do António Figueiredo Pina. Do Pinita, como era tratado por tantos amigos e com quem estive, há cerca de um mês e meio, em sua casa. Conheceu-me e eu senti-me reconfortado, conforto que, naquele momento, creio que foi recíproco. - És o Acácio - disse, olhando-me nos olhos. Olhar que gravei e que guardo! Quem nunca entrou na sua loja para comprar fosse lá o que fosse? Naquel...

Murganheira: O melhor espumante de Portugal!

LETRASECONTEUDOS.PT Ficam no concelho de Tarouca, em Ucanha, a norte do distrito de Viseu, e são um mundo escondido sob aquela colina revestida pela vinha alinhada e bem verde, no verão, antes da colheita das uvas touriga, tinta roriz, gouveio, cerceal, chardonnay ou pinot . Trata-se das Caves da Murganheira e ali estão há mais de 60 anos.  Situadas num espaço magnífico, de transição entre a Beira e o Douro, as Caves da Murganheira conjugam modernidade e tradição. A modernidade do edifício onde se comercializa e prova o segredo encerrado em cada garrafa de espumante e a tradição das galerias das caves "escavadas" a pólvora e dinamite naquele maciço de granito azul. E se no edifício de prova - com um amplo salão, moderno e funcional, com uma enorme janela aberta sobre a magnífica paisagem vinhateira, que encantou os cistercienses - é necessário ar condicionado para manter uma temperatura, que contraste com o agreste calor estival, já nas galerias subterrâneas a temperatura...