Avançar para o conteúdo principal

Mangualde: Tomaram posse os órgãos sociais da Caixa Agrícola do Vale do Dão e do Alto Vouga

Notícia DÃO E DEMO
Os órgãos sociais da Caixa Agrícola do Vale do Dão e do Alto Vouga tomaram posse esta quinta-feira, dia 9 de junho, na sede da instituição, em Mangualde, depois de o Banco de Portugal ter concedido autorização para o exercício das funções a todos os seus membros.
Victor Gomes passa, pois, a partir de agora a assumir as funções de presidente da instituição, mantendo-se, conjuntamente com João Coelho, como os dois administradores executivos.
Já José sarmento Moniz, anterior, presidente da administração, tomou posse como presidente da Assembleia Geral, em substituição de Acácio Pinto, que assumiu as funções de presidente do conselho fiscal da Caixa Agrícola.
Perante um salão nobre completamente cheio, de colaboradores, clientes e representantes institucionais, coube a Acácio Pinto, ainda como presidente da assembleia geral, abrir a sessão, tendo na mesa, a seu lado, os presidentes de Câmara de Mangualde, Penalva do Castelo e Vila Nova de Paiva. Saudou todos os presentes e de uma forma especial “todos aqueles que nos respetivos concelhos foram os fundadores desta grande instituição que é o crédito agrícola”, deixando igualmente uma palavra de apreço para com todas as instituições da área de influência, “autarquias, ipss, associações, escolas, cooperativas, fábricas da igreja” mas também deixou uma especial palavra para os colaboradores e clientes a quem chamou de “parceiros”. Finalmente, agradeceu a confiança e disse ter tido “grande honra” em ter servido, nestas funções, o crédito agrícola, concluindo com um “agradecimento ao trabalho dos órgãos sociais cessantes e votos dos maiores êxitos para os que agora vão ser empossados”.
José Sarmento Moniz, depois de tomar posse, assumiu a condução dos trabalhos e em breve intervenção secundou as palavras do anterior presidente da assembleia geral e referenciou a Caixa Agrícola como uma “instituição de proximidade e de confiança nestes tempos difíceis que atravessamos”.
Mas coube a Victor Gomes, presidente eleito, efetuar a intervenção principal desta cerimónia de tomada de posse dos órgãos sociais.
Da sua intervenção destacamos os seguintes extratos que são bem demonstrativos da sua renovada vontade de prosseguir a missão desta instituição ao serviço do território e das pessoas, uma instituição que a nível nacional e internacional é sólida e credível.
Victor Gomes dixit:
«O Grupo detém hoje um volume de ativos de mais de 15,5 Mil Milhões de euros, ocupando o 6º lugar no ranking da banca nacional. 
Não tivemos necessidade durante esta crise financeira de recorrer a qualquer ajuda do Estado ou da União Europeia, fruto de termos praticado uma gestão cuidada, de risco moderado, não nos envolvendo em situações complexas.»
«As nossas raízes têm origem nas comunidades locais, na agricultura, na banca cooperativa, na proximidade, na solidariedade e na responsabilidade.»
«Hoje orgulhamo-nos de ser um dos motores de desenvolvimento da região onde estamos inseridos, tendo consciência que com o andar dos anos, esta responsabilidade será cada vez maior e mais envolvente.»
«Estamos empenhados como todos os presentes na fixação das nossas populações, no desenvolvimento dos nossos concelhos e da região onde estamos inseridos. Não temos atualmente qualquer receio de nos confrontarmos com qualquer Banco em qualquer área de negócio.»

A encerrar a sessão o presidente da Câmara Municipal de Mangualde, João Azevedo, em representação dos seus colegas presidentes, saudou a instituição e todos os seus órgãos sociais e colaboradores, considerou-a um “parceiro estratégico das autarquias no desenvolvimento do território” e desejou os maiores êxitos aos dirigentes agora empossados, no cumprimento da sua missão.

Mensagens populares deste blogue

Sermos David e Rafael, acalma-nos? Não, mas ampara-nos e torna-nos mais humanos!

  As palavras, essas, estão todas ditas. Todas. Mas continua a faltar-nos, a faltar-me, a compreensão. Uma explicação que seja. Só uma, para tão cruel desenlace. Da antiguidade até ao agora, o que é que ainda não foi dito? O que é que falta dizer? Nada e tudo. E aqui continuamos, longe, muito distantes, de encontrar a chave que nos abra a porta deste paradoxo. Bem sei que, quiçá, essa procura é uma impossibilidade. Que não existe qualquer via de acesso aos insondáveis desígnios. Da vida e da morte. Dos tempos de viver e de morrer. Não existe. E quando esses intentos acontecem em idades prematuras? Em idades temporãs? Tenras? Quando os olhos brilham? Quando os sonhos semeados estão a germinar? Aí, tudo colapsa. É a revolta. É o caos. Sermos David e Rafael, nestes tempos cruéis, não nos acalma. Sermos comunidade, não nos sossega. Partilharmos a dor da família, não nos apazigua. Sermos solidários, não nos aquieta. Bem sei que não. Mas, sejamos tudo isso, pois ainda é o q...

Frontal, genuíno, prestável: era assim o António Figueiredo Pina!

  Conheci-o no final dos anos 70. Trabalhava numa loja comercial, onde se vendia de tudo um pouco. Numa loja localizada na rua principal de Sátão, nas imediações do Foto Bela e do Café Sátão. Ali bem ao lado da barbearia, por Garret conhecida, e em frente da Papelaria Jota. Depois, ainda na rua principal, deslocou-se para o cruzamento de Rio de Moinhos, onde prosseguiu a sua atividade e onde se consolidou como comerciante de referência. Onde lançou e desenvolveu a marca que era conhecida em todo o concelho, a Casa Pina, recheando a sua loja de uma multiplicidade de ferramentas, tintas e artefactos. Sim, falo do António Figueiredo Pina. Do Pinita, como era tratado por tantos amigos e com quem estive, há cerca de um mês e meio, em sua casa. Conheceu-me e eu senti-me reconfortado, conforto que, naquele momento, creio que foi recíproco. - És o Acácio - disse, olhando-me nos olhos. Olhar que gravei e que guardo! Quem nunca entrou na sua loja para comprar fosse lá o que fosse? Naquel...

Murganheira: O melhor espumante de Portugal!

LETRASECONTEUDOS.PT Ficam no concelho de Tarouca, em Ucanha, a norte do distrito de Viseu, e são um mundo escondido sob aquela colina revestida pela vinha alinhada e bem verde, no verão, antes da colheita das uvas touriga, tinta roriz, gouveio, cerceal, chardonnay ou pinot . Trata-se das Caves da Murganheira e ali estão há mais de 60 anos.  Situadas num espaço magnífico, de transição entre a Beira e o Douro, as Caves da Murganheira conjugam modernidade e tradição. A modernidade do edifício onde se comercializa e prova o segredo encerrado em cada garrafa de espumante e a tradição das galerias das caves "escavadas" a pólvora e dinamite naquele maciço de granito azul. E se no edifício de prova - com um amplo salão, moderno e funcional, com uma enorme janela aberta sobre a magnífica paisagem vinhateira, que encantou os cistercienses - é necessário ar condicionado para manter uma temperatura, que contraste com o agreste calor estival, já nas galerias subterrâneas a temperatura...