quinta-feira, 24 de abril de 2014

Poemas de abril no parlamento

Integrada no programa dos 40 anos do 25 de abril de 1974 que está a decorrer na Assembleia da República teve lugar no dia 23 de abril, no salão nobre do palácio de são Bento, a iniciativa "Poemas de abril no parlamento" que constou da leitura/declamação de poemas alusivos à liberdade e ao 25 de abril.
Em representação da Assembleia da República esteve o vice-presidente António Filipe.
Foram declamadores:
- Teresa Patrícia Gouveia: várias estrofes do Canto I de Luís de Camões e "o nome lírico" de Fiama Hasse Pais Brandão;
- António Arnaut: "a dor lanciante deste ocaso", "abrilser" e "a minha esperança", todos do próprio António Arnaut;
- José Ribeiro e Castro: "poema do homem novo", de António Gedeão, e "eu sou do tamanho que vejo", de Alberto Caeiro;
- Odete Santos: "não desesperes, mãe", de Miguel Torga, e "xácara das bruxas dançando", de Carlos de Oliveira;
- Francisco Madeira Lopes: "mataram a tuna", de Manuel da Fonseca, e "a Salgueiro Maia", de Maria Purificação Frioleiro Nunes;
- Maria Barroso: "abril de abril", de Manuel Alegre, e "25 de abril", de Sophia de Mello Breyner;
- Raúl de Almeida: "o Portugal futuro", de Ruy Belo, e "uma pequenina luz", de Jorge de Sena;
- Fernando Tavares Marques: "as portas que abril abriu", de Ary dos Santos;
- Joana Manuel: "falta por aqui uma grande razão", de Mário Cesariny de Vasconcelos, e "enquanto", de António Gedeão.

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