quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

(Opinião) Louçã: um hiperactivo disfuncional

Da sua hiperactividade já todos tínhamos boa nota. Permanentes ataques radicais e desbragados ao Primeiro-Ministro, ao PS, ao mercado, às empresas, à NATO, à UE, às Forças Armadas, no fundo a tudo, com excepção de si próprio, o verdadeiro e único líder da classe operária e absoluto detentor dos “sagrados” textos trotskistas.
E agora até se deu ao luxo de mandar afixar um edital dizendo que daqui a um mês ia apresentar uma moção de censura ao Governo, ainda que escassos dias antes a tivesse negado e tivesse dito o seu oposto quando o PC, ele sim, havia dito que a iria apresentar.
E até se deu ao gáudio de dizer que Portugal é hoje um país mais desigual do que o Egipto, o que corresponde a um verdadeiro delírio de alguém que entrou em descoordenação política e que, para ser consequente com o que afirmou, só lhe resta, como diz Sérgio Sousa Pinto, ir acampar para o Rossio.
Ou seja, a hiperactividade de Louçã e do BE, estão a evoluir para uma grave disfuncionalidade política o que começa a gerar também convulsões internas e demissões no BE, daqueles que se encheram das tropelias e, como diz Assis, das pulsões adolescentes do líder.

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