Questões colocadas ao ministro da educação Nuno Crato, durante a audição regimental que ocorreu na comissão de educação, ciência e cultura da AR no dia 4 de março de 2014. O tema foi o da requalificação de diversas escolas do distrito que já tiveram ou têm diligências ou processos em curso mas que não avançam: Grão Vasco (Viseu), Latino Coelho (Lamego), Joaquim Dias Rebelo (M.Beira), Viriato (Viseu), Felismina Alcântara (Mangualde), Secundária de S.P.Sul, Egas Moniz (Resende) e Secundária de Oliveira de Frades.
As palavras, essas, estão todas ditas. Todas. Mas continua a faltar-nos, a faltar-me, a compreensão. Uma explicação que seja. Só uma, para tão cruel desenlace. Da antiguidade até ao agora, o que é que ainda não foi dito? O que é que falta dizer? Nada e tudo. E aqui continuamos, longe, muito distantes, de encontrar a chave que nos abra a porta deste paradoxo. Bem sei que, quiçá, essa procura é uma impossibilidade. Que não existe qualquer via de acesso aos insondáveis desígnios. Da vida e da morte. Dos tempos de viver e de morrer. Não existe. E quando esses intentos acontecem em idades prematuras? Em idades temporãs? Tenras? Quando os olhos brilham? Quando os sonhos semeados estão a germinar? Aí, tudo colapsa. É a revolta. É o caos. Sermos David e Rafael, nestes tempos cruéis, não nos acalma. Sermos comunidade, não nos sossega. Partilharmos a dor da família, não nos apazigua. Sermos solidários, não nos aquieta. Bem sei que não. Mas, sejamos tudo isso, pois ainda é o q...