
Ali reuniram com o comandante António Ribeiro que estava a comandar as operações e deixaram uma palavra solidária para a família enlutada e de grande apreço pelo trabalho que está a ser desenvolvido por todos os agentes de proteção civil, com destaque para os bombeiros.
De seguida deslocaram-se ao CDOS de Viseu, nas instalações do antigo governo civil, onde reuniram com o comandante distrital da proteção civil, Lúcio Campos e onde também contactaram com o segundo comandante distrital, Henrique Pereira.
Nessa sequência José Junqueiro efetuou declarações à comunicação social deixando-se aqui a síntese das mesmas através da LUSA:
«O vice-presidente da bancada parlamentar do PS, José
Junqueiro, agradeceu hoje aos bombeiros o trabalho que têm feito no combate aos
incêndios florestais e apelou aos portugueses que não descurem a prevenção.
“A melhor maneira de podermos ajudar os bombeiros é evitar
que eles ponham a sua vida em risco e que existam tragédias e fogos florestais
com a dimensão dos que temos no nosso distrito”, afirmou José Junqueiro aos
jornalistas, em Viseu.
José Junqueiro deslocou-se ao posto do comando operacional
do incêndio de Tondela, que foi dado como dominado ao início da manhã de hoje,
para agradecer aos bombeiros e “enviar uma mensagem solidária às famílias
enlutadas”.
Por entender que, “num momento como este, as energias devem
concentrar-se neste esforço que as pessoas estão a fazer e que levam à perda da
própria vida”, o deputado socialista eleito pelo círculo de Viseu escusou-se a
tecer considerações sobre o dispositivo de combate a incêndios.
“É natural que haja fadiga de material. A única coisa que
constatámos é que (os bombeiros) têm, de facto, dificuldades, mas que são
pessoas excepcionais que estão a fazer o melhor. As autoridades todas estão a
fazer tudo para dar a melhor resposta às populações”, frisou.
José Junqueiro deslocou-se ao Comando Operacional Distrital
de Viseu para perceber a dimensão das ocorrências no distrito, tendo ficado a
saber que estão no terreno mais de 700 pessoas a combater os fogos florestais,
apoiadas por mais de 220 viaturas.
“É um esforço enorme e que nos deve levar a reflectir,
porque sobretudo no nosso distrito e nos nossos concelhos tem sido recorrente o
aparecimento destes fogos que têm, regra geral, estes fins dramáticos”,
lamentou.
Na sua opinião, “a justiça deve ter mão pesada, muito pesada” relativamente aos incendiários, porque “este é um ato da maior gravidade, que inclusivamente rouba a vida às pessoas”.»
Na sua opinião, “a justiça deve ter mão pesada, muito pesada” relativamente aos incendiários, porque “este é um ato da maior gravidade, que inclusivamente rouba a vida às pessoas”.»