Crítica de cinema | AMOR IMPOSSÍVEL (2015)

Crítica de Cinema

**

(Não vale a pena)
Amor Impossível (2015) | Victória Guerra, José Mata, Soraia Chaves | Realizado por António-Pedro Vasconcelos | 125 min.
Por: José Pedro Pinto
Amor Impossível é um filme perfeitamente sofrível, algo elevado por duas boas prestações da parte dos atores principais – Victória Guerra e João Mata – que claramente não tiveram vida fácil. Inspirado numa história real passada em Viseu, onde foi filmado, representa uma queda bastante elevada em relação ao filme anterior do realizador António-Pedro Vasconcelos – o bastante agradável Os Gatos Não Têm Vertigens (2014) – ou até em relação ao belo pedaço de entretenimento que foi o Call Girl (2007). Mas também não é mau; só é mais o tipo de filme para ver na televisão numa tarde de um sábado indolente do que o de ir ao cinema de propósito para ver.
Madalena (Soraia Chaves) e Marco (Ricardo Pereira), agentes da Polícia Judiciária, são chamados a Viseu por causa de um caso de uma jovem desaparecida. O namorado dela, em estado de choque, fala-lhes de raptores violentos que os atacaram na noite anterior quando estavam juntos, espancando-o e drogando-o enquanto metiam a rapariga dentro de um carro. Por sorte, o rapaz conseguira escapar e cambaleara de volta à cidade, onde fora imediatamente socorrido e hospitalizado. Os agentes não ficam convencidos com as explicações do jovem, e a descoberta do diário da sua namorada permite-lhes reconstituir os acontecimentos dos dias que antecederam o seu desaparecimento.
Cristina (Victória Guerra) e Tiago (José Mata) são dois jovens universitários que vivem uma relação amorosa obsessiva. Marcada pela morte misteriosa do seu pai anos antes, Cristina sonha viver um amor arrebatador...

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