Foi uma demonstração clara da empatia das pessoas por Manuel Alegre, que almoçou numa das barracas da feira na companhia de muitos apoiantes, entre os quais, o Presidente da Câmara de Mangualde, João Azevedo, o Secretário de Estado José Junqueiro, o mandatário distrital, Júlio Barbosa, o director nacional da campanha Duarte Cordeiro, os deputados do PS Acácio Pinto, José Rui Cruz e Helena Rebelo, os Presidentes das Concelhias do PS de Mangualde e de Viseu, respectivamente, Marco Almeida e Lúcia Silva e muitos outros autarcas e apoiantes.
As palavras, essas, estão todas ditas. Todas. Mas continua a faltar-nos, a faltar-me, a compreensão. Uma explicação que seja. Só uma, para tão cruel desenlace. Da antiguidade até ao agora, o que é que ainda não foi dito? O que é que falta dizer? Nada e tudo. E aqui continuamos, longe, muito distantes, de encontrar a chave que nos abra a porta deste paradoxo. Bem sei que, quiçá, essa procura é uma impossibilidade. Que não existe qualquer via de acesso aos insondáveis desígnios. Da vida e da morte. Dos tempos de viver e de morrer. Não existe. E quando esses intentos acontecem em idades prematuras? Em idades temporãs? Tenras? Quando os olhos brilham? Quando os sonhos semeados estão a germinar? Aí, tudo colapsa. É a revolta. É o caos. Sermos David e Rafael, nestes tempos cruéis, não nos acalma. Sermos comunidade, não nos sossega. Partilharmos a dor da família, não nos apazigua. Sermos solidários, não nos aquieta. Bem sei que não. Mas, sejamos tudo isso, pois ainda é o q...