sábado, 10 de março de 2018

“Trinta e Cinco”, um novo conceito de sapataria e roupa para criança | Já abriu em Viseu


“Trinta e Cinco – concept store” é a designação da nova sapataria, com calçado para homem senhora e criança, com calçado desportivo e ainda roupa para criança, que hoje, dia 9 de março, ao final da tarde, abriu portas ao público em Viseu, na rua Alexandre Lobo, no rés do chão do nº35.
Num estilo sóbrio e elegante, esta nova loja comercial que em muito vem acrescentar qualidade a esta já de si muito comercial rua de Viseu, pertence à sociedade comercial com a mesma designação da loja, “Trinta e Cinco – concept store”, que é detida por Ângela Santos, advogada, com escritório em Viseu, no mesmo prédio da loja, e por Hugo Duarte, empresário com várias lojas comerciais, em Viseu e na região, na área do vestuário.
Esta novel store viseense, que radica a sua beleza na simplicidade decorativa, vai comercializar calçado para homem, senhora e criança, com a coleção de calçado desportivo a integrar as principais marcas do mercado mundial. Comercializará, igualmente, carteiras de senhora. Para além disso, irá ter, nos seus cerca de 200 metros quadrados de espaço expositivo da loja, uma secção de vestuário para crianças, dos 2 aos 14 anos.
O horário de funcionamento será entre as 10h e as 19h30m, sem interrupção para almoço.

domingo, 28 de janeiro de 2018

Francisco Carvalho abriu as portas da biblioteca de Penalva do Castelo para a apresentação do livro “Horas incertas”

Notícia DÃO E DEMO
O livro de poesia de Joaquim Rodrigues, “Horas incertas”, foi apresentado este domingo, dia 28 de janeiro na Biblioteca Municipal de Penalva do Castelo, ante um auditório cheio de pessoas de Penalva e de Tarouca.
Francisco Carvalho, o presidente da câmara, que fez questão de estar presentes, a abrir a sessão referiu que era um grande prazer abrir a biblioteca para a apresentação de livros e de eventos culturais, nesse caso com redobrada alegria pois Joaquim Rodrigues, o autor, é um filho do concelho, natural da freguesia de Esmolfe, atualmente radicada em Tarouca. Aliás, Francisco Carvalho considerou mesmo o autor como “um embaixador itinerante de Penalva do Castelo e um penalvense genuíno”.
Quem também interveio foi Acácio Pinto, também ele autor de livros na área da poesia e ficção, natural e residente em Sátão, e que em palavras de circunstância falou sobre o autor dizendo que se “trata de uma pessoa simples, afável e genuína”. Uma pessoa que “deixa brotar, de dentro de si, aquilo que de mais transparente e cristalino pode brotar de um ser humano”. Igualmente elogiou a Câmara Municipal de Penalva do Castelo pelo apoio que dá aos autores com raízes no concelho e pelo dinamismo que imprime à biblioteca municipal.
A César Carvalho, professor, também ele com obra publicada, residente em Tarouca, coube a tarefa da apresentação do livro, coube-lhe a missão de traçar uma análise sobre a obra que Joaquim Rodrigues deu à estampa. E fê-lo com sapiência, com erudição e com o brilhantismo de um homem da cultura e de cultura, há muito ligado à escrita e às manifestações culturais. César Luís Carvalho designou Joaquim Rodrigues como o “poeta dos horizontes”, de todos os horizontes.
A encerrar a sessão Joaquim Rodrigues, que se designa de “poeta dos infinitos”, agradeceu a presença de todos e de forma especial ao presidente da câmara o facto de o ter recebido na sua terra, “onde fui menino, permitindo-me sair daqui mais rejuvenescido”, referiu o autor, visivelmente comovido. Mas Joaquim Rodrigues para além de se referir a esta sua obra quis ainda deixar uma nota, ainda que breve, sobre as suas anteriores quatro publicações, permitindo-se ler um pequeno trecho de cada uma delas, destacando, a encerrar, a sua “humildade perante a vida e a sua ingenuidade perante o amor”.

Registe-se que esta obra, com 96 páginas, é uma edição do autor, com revisão de César Luís Carvalho e com paginação, impressão e acabamentos da Tipografia Exemplo, Artes Gráficas, de Tarouca.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Feira do queijo de Penalva do Castelo será a 3 e 4 de fevereiro

Câmara Municipal em primeiro plano e torres da Igreja da Misericórdia.
Já tem data marcada a edição de 2018 da Feira do Pastor e do Queijo de Penalva do Castelo, um dos eventos mais marcantes do concelho de Penalva e de toda a região, que vai este ano assinalar os 27 anos de existência.
Será no primeiro fim de semana de fevereiro, dias 3 e 4, sábado e domingo. Para além da presença dos produtores e comerciantes de queijo, de muitos penalvenses e forasteiros, Penalva do Castelo vai ser uma montra viva para toda uma vasta gama de produtos endógenos e artesanato do concelho, desde vinhos, pão, doçaria, enchidos, latoaria, esculturas, licores, mel e diversas exposições.
Cardo, a planta utilizada para coalhar o leite.
Quem vai marcar presença para levar esta iniciativa a todo o país e aos penalvenses espalhados por Portugal e pelo mundo (principalmente Europa e Américas) será a RTP1 com o programa “Aqui Portugal”, na tarde de sábado dia 3 de fevereiro, entre as 14 e as 20 horas. Já no domingo a festa será animada pelo artista Gabriell.
A organização, à semelhança dos anteriores eventos, estará por conta do município de Penalva do Castelo.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Queijo de ovelha Flor da Beira: de Carregal do Sal para Portugal e para o mundo

O queijo de ovelha com a chancela Flor da Beira é produzido há 22 anos, desde 1995, em Carregal do Sal.
O responsável e gerente desta moderna queijaria tem cinquenta anos de idade e uma vida empresarial dedicada de forma intensa, principalmente, à área dos laticínios.
Falamos de Victor Pedro Pinto, natural e residente em Vila Longa, concelho de Sátão, onde desempenhou as funções de presidente da junta de freguesia durante duas décadas, freguesia agora integrada na União de Freguesias de Romãs, Decermilo e Vila Longa.
“TEMOS 25 TRABALHADORES E UMA PRODUÇÃO ANUAL DE 250 TONELADAS DE QUEIJO DE OVELHA”
Com 25 trabalhadores a Queijaria Flor da Beira produz 250 toneladas de queijo de ovelha por ano e tem uma faturação aproximada de dois milhões de euros, conforme referiu ao Dão e Demo, Victor Pinto.
Na conversa que mantivemos com este empresário, com negócios diversificados pela construção civil, distribuição de queijos e produtos alimentares, percebemos desde logo o grande prazer que tem em estar ligado a este setor de atividade e o seu grande orgulho em todo o passado familiar.
“Somos uma família que sempre esteve ligada aos produtos lácteos”, confessou-nos, acrescentando que “foi com a empresa António Pedro Pinto Lda. que tudo começou, inicialmente com a distribuição de queijo de ovelha no litoral, região de Aveiro, Espinho, Porto, onde ainda hoje estão implantados, tendo um grande armazém de distribuição em Espinho e depois com a produção de queijo em várias empresas de laticínios, das quais a primeira foi a Lacti Pedros, em Aguiar da Beira”.
“PRIMEIRA EMPRESA DE QUEIJO DE OVELHA A SER CERTIFICADA COM O ISO 9001 E 22.000”
Sobre a Flor da Beira, aquela que corresponde ao seu local de trabalho diário, Victor Pinto, é um empresário orgulhoso, ao referir-nos que “foi a primeira empresa de laticínios do país, a produzir queijo de ovelha, a ser certificada com o ISO 9001 e o 22.000”.
E acrescentou que estiveram “sempre na vanguarda da tecnologia, utilizando na produção os mais elevados padrões de controlo de qualidade e de automatização”, tendo sido a primeira empresa a automatizar toda a fase inicial da produção, desde a entrada do leite no sistema produtivo até à salga dos queijos.
“EFETUAMOS A RECOLHA DE LEITE, COM UM SISTEMA DE RECOLHA PRÓPRIO, A PARTIR DE 120 PRODUTORES QUE TEMOS NA REGIÃO”
Quanto à origem do leite, sendo laborados 8.000 litros diariamente, Victor Pinto, referiu-nos que têm recolha própria a partir de “quatro camiões de recolha que diariamente vão buscar o leite, das ovelhas bordaleiras e churras mondegueiras, aos cerca de 120 produtores da região, desde Mangualde, Penalva do Castelo, Tondela, Santa Comba Dão, Arganil, Oliveira do Hospital e Tábua”, referindo ainda que também efetua recolha de leite de ovelha de produtores de Figueira de Castelo Rodrigo, Almeida e Pinhel.
A qualidade do queijo de ovelha que produzimos, essa, “está à vista”, referiu-nos. “Os prémios a nível nacional falam por si”“Obtivemos o prémio de melhor queijo de ovelha em 2014, medalha de ouro em 2015 e medalha de prata em 2016”.
“VENDEMOS O QUEIJO NO MERCADO TRADICIONAL E NO MERCADO GOURMET; NÃO ESTAMOS NAS GRANDES SUPERFÍCIES COMERCIAIS E 20% DA NOSSA PRODUÇÃO JÁ É PARA EXPORTAÇÃO”
E aqui chegados quisemos saber quais os mercados do queijo Flor da Beira.
“Da nossa produção, 20% são já para exportação, para os mercados do Brasil, Estados Unidos e Canadá, mas também da Europa”.
“Quanto a Portugal o queijo Flor da Beira é comercializado no mercado tradicional e no mercado gourmet, não estando disponível nas grandes superfícies comerciais”.
De referir que à data da nossa reportagem não havia nenhum queijo para entrega, uma vez que “a quadra natalícia esgotou todo o stock”, como nos referiu Victor Pinto.
E o preço?
“Anda pelos 12,5 euros o quilo”.
Quanto às tipologias de queijos produzidos, elas são o “queijo de ovelha curado amanteigado, o requeijão de ovelha pasteurizado, queijo Flor da Beira tradição e o queijo de ovelha cura prolongada”, todos com a mesma estratégia de comercialização.
Os ingredientes são os tradicionais “leite de ovelha cru, sal e cardo”.

“PORQUÊ CARREGAL DO SAL? PORQUE TINHA TERRENO INFRAESTRUTURADO A PREÇO CONVIDATIVO E ESTAVA NA REGIÃO DEMARCADA SERRA DA ESTRELA”
Quanto ao motivo de ter sediado esta empresa, em 1995, em Carregal do Sal, Victor Pinto, elencou dois principais motivos, “o primeiro foi o facto de existir terreno infraestruturado a um preço convidativo e em segundo lugar o facto de Carregal do Sal ser um concelho integrado na região demarcada Serra da Estrela”, motivos que levaram a um investimento, nesta unidade empresarial, que se traduz, neste momento, num montante global de aproximadamente 5 milhões de euros.
O investimento distribui-se por um edifício multifuncional com uma área de 1500 m2, dividido por uma sala de recepção de leite, sala de fabrico de queijo, sala de fabrico de requeijão, sala de salmoura, laboratório, sala de lavagem e desinfecção de utensílios, vestiários/ sanitários femininos e masculinos, câmaras de maturação, sala de lavagem de queijo, zonas de embalagem de requeijão e queijo, câmaras de refrigeração de armazenagem dos produtos acabados e zona de expedição. Para além disso o edifício tem ainda as áreas administrativas, áreas de reuniões e formação, recepção aos clientes e sala de convívio. Já no exterior das instalações, dispõe duma Estação de tratamento de resíduos industriais (ETAR), de uma Estação de Tratamento de Água e ainda de um Armazém de materiais de embalagem.
Reportagem: Acácio Pinto | Fotos: Dão e Demo & Flor da Beira

sábado, 30 de dezembro de 2017

É de Sátão o novo presidente da Administração Central do Sistema de Saúde

A ACSS (Administração Central do Sistema de Saúde), que tem como missão assegurar a gestão dos recursos financeiros e humanos do Ministério da Saúde e do Serviço Nacional de Saúde, vai ter como presidente do Conselho Diretivo a partir de 1 de janeiro de 2018, José Carlos Ferreira Caiado, natural de Forles, concelho de Sátão.
José Carlos Caiado foi nomeado presidente da ACSS pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 203/2017 publicada nesta quinta feira, dia 28 de dezembro, no Diário da República n.º 248/2017, Série I. Para vice-presidente foi nomeada Carla Gonçalo Catarino e para vogais executivos Pedro Ventura Alexandre e Ricardo Seleiro Mestre. Segundo o comunicado do Conselho de Ministros estas nomeações foram feitas “atendendo à cessação do mandato anterior”, que era presidido por Marta Temido.
José Carlos Ferreira Caiado é licenciado em Gestão de empresas pelo Instituto Superior de Gestão e doutorando em Gestão de Informação na NOVA IMS, Universidade Nova de Lisboa. Realizou o PADIS – Programa de Alta Direção de Instituições de Saúde na AESE – Business School.
Foi ainda diretor financeiro na Fernave, S. A., adjunto da Unidade de Missão dos Hospitais, S. A., vogal executivo do IGIF, vogal executivo da ACSS, vogal do Conselho de Administração do Hospital Professor Fernando Fonseca, E. P. E., vogal do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Lisboa Norte, E. P. E., integrou o grupo de trabalho para a Reforma Hospitalar e, atualmente, é vogal da Comissão Executiva do SAMS – SBSI. É Professor Auxiliar convidado na NOVA IMS, Universidade Nova de Lisboa.
Foto: Facebook de José Carlos Caiado

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Sátão: Preço dos míscaros variou entre os 15 e os 30 euros

Numa tarde soalheira, mas fria, o grupo Sons do Minho, aqueceu a plateia que se juntou no largo de São Bernardo, em Sátão, em mais uma edição da feira do míscaro. Antes, tinha sido o Grupo de concertinas de São Miguel de Vila Boa a animar o certame e a dar os primeiros acordes da tarde.
Mas o centro dos acontecimentos foram os míscaros e esses começaram desde manhã a ser comercializados em vários stands a preços que variavam entre os 15 e os 30 euros, dependendo de ser mais ou menos abertos e já arranjados ou ainda com a terra por tirar. Depois era o normal, os compradores e os vendedores iam regateando até chegarem ao preço de venda.
Mas para além dos míscaros muitos outros produtos poderiam ser adquiridos nos inúmeros stands disponibilizados pela câmara municipal de Sátão, a promotora do evento. Desde o pão, ao bolo de azeite, filhós e sonhos, enchido, feijão, compotas, licores diversos, queijo, figos secos, artesanato, arranjos de Natal e tantos outros.
A prova dos míscaros foi também um dos momentos mais aguardados por todos e o magusto foi o epílogo de um dia que se iniciou a partir das dez horas com uma visita do presidente, Paulo Santos, e demais autarcas aos stands.