Crónica DÃO E DEMO
* Texto escrito para a apresentação do livro “Estilhaços” em Alcanena, a 10 de abril de 2015 | autora: Fátima Ferreira | editora: Edições Esgotadas
«Um livro é antes de mais um objeto. Um objeto físico, em si mesmo. Cor, forma, textura. Que se olha e de que se gosta. Ou não!
Num primeiro olhar podemos ser por ele atraídos, mesmo que não o conheçamos.
Pode ser assim como que um amor à primeira vista. Um olhar, uma paixão.
Mas para além desse primeiro olhar, da sua forma, da sua cor, um livro também é o título, o autor e, essencialmente, o conteúdo.
É essencialmente a sua capacidade de nos conquistar pelo conteúdo. Quiçá o fundamental, quando queremos que ele seja mais, muito mais que uma mera exibição na prateleira da nossa biblioteca. Que seja muito mais que um mero troféu que exibimos, mas sem termos tido o trabalho duro, mas de prazer, de o conhecer nas entranhas.
Ora este livro da Fátima Ferreira, posso dizer-vos, conquistou-me, conquista-nos, nas suas mais diversas vertentes.
É um livro bonito, desde logo. Atraente... Também pela lágrima que escorre pela face da mulher, que nos estimula questões… Porquê o choro? Qual a origem do choro? Choro de alegria ou de tristeza?
Depois o título. “Estilhaços”. Um título tão forte e tão metafórico! Tão conotativo! Tão literário!
“Estilhaços”, um título, uma palavra, que podemos apodar de ruidosa.
Mas não são todas as palavras ruidosas? Talvez, mas esta é-o sem qualquer sombra de dúvida.
Mas ruidoso não é só o título. Ruidoso é também o seu conteúdo, desde já se diga.
O título, “estilhaços”, são portas a bater. São gritos. São vidros, são janelas partidas. Rangidos. Portas a chiar.
Tal como o seu conteúdo é ruidoso. Ruído gritado. É que o seu interior fala. A sua massa gramatical e semântica comunica. Comunica intensamente. As suas palavras metralham-nos os ouvidos e martelam-nos a cabeça até antes de um adormecer que se torna difícil depois da leitura. São palavras que se cravam na alma e, qual ferro em brasa, na carne.
Este livro mesmo quando fechado, mesmo depois de lido, emite sons, ruídos, que se propagam, quais ondas sísmicas a nascer permanentemente no seu seio.
Faz lembrar aquela metáfora do imperador chinês, de que fala Gonçalo Tavares, na sua crónica da Visão de ontem. Esse imperador tinha no seu quarto uma pintura com uma cascata e um dia pediu a um pintor que lhe apagasse da pintura a cascata. Que pintasse sobre a cascata um outro elemento pictórico. É que a cascata não o deixava dormir durante a noite. Ele não conseguia dormir com o ruído da água a cair naquela cascata.
Pois bem, este livro da Fátima Ferreira é também um pouco assim. Vereis quando o lerdes. Vereis o ruído imenso que carregareis. E espero que isto vos fascine, vos apaixone. Que não vos afaste. Vos conscientize para os dramas humanos. Para as violências da vida. Do viver. Deste nosso viver pós-moderno ou hipermoderno, como tanto gostamos de colocar na lapela, mas que tantas vezes é medieval nos corredores das casas de família.
Este livro traz-nos, portanto, um ruído, mil ruídos. Ruídos que perturbavam a autora. Ruídos que mais do que serem de cinco mulheres, de cinco vozes, são ruídos de uma única voz. De uma única mulher. Ruídos que se colaram ao corpo, ao corpo dessa mulher. Ruídos que são, no princípio e no fim, afinal, como que um infinito emaranhado de fios gelatinosos de que ela não se desprendia. Fios hermafroditas, com capacidade de autofecundação.
Fios que se auto reproduziam a partir das horas do tempo desfiado da memória. Das vozes dos filhos (deixem-me dizer, das filhas) em aflição, em silêncios amargos. Em choros escondidos. Em preces de solidão. Em busca da metáfora do “perene início”, para usar as palavras poéticas de Herberto Hélder, ou um “porto de partida”, na voz desse também imortal Miguel Torga.
Afinal, “início perene” ou “porto de partida”, mais não são do que o motor, o absoluto radical que tanto alimenta o viver. A vida. Todo o viver. E que em cada chegada nos remete para uma nova partida.
E ai quando assim não for!
Este livro é pois, para a autora, esse partir, esse início, ou esse (re)partir, esse (re)início. Mas é também, para a Fátima Ferreira, um antídoto, que encontra através da narradora, para se libertar. Ou melhor, uma tentativa de antídoto para dissolver aquele emaranhado de fios gelatinosos, aquelas vozes que falavam em silêncios ruidosos e que assustavam, quando entravam no quarto para dormir, a Ana, ou a Noémia, ou a Mariana, ou a Bárbara, ou, ou… Afinal aquela única mulher, ou todas as mulheres ao entrarem no quarto, qual campo de tortura! Por vezes de autotortura de quem nem sempre rompeu com uma amálgama de conceitos e de preconceitos. De açoites oriundos duma infância matriciada por valores, com certeza valores, mas valores que agora não a deixam, não as deixam, ver o mundo todo. Que não a libertam, as libertam, dos amontoados de destroços de terramotos diários e profundos. De uma casa, de casas, de paredes grossas. Opacas. De espaços em que os gritos se engolem a si próprios.
Prisão, afinal, era, é, muito mais do que estabelecimento prisional. É casa, também. É quarto. É sala. É cozinha. É refeição ressalgada com lágrimas escorridas. É muito o sofrimento dos filhos (das filhas) em noites de adivinhado alerta perante gritos no quarto ao lado.
Pois bem, este livro é tudo isto.
São mulheres sofridas. Direi mesmo, é uma mulher sofrida. Ou de outro modo, é um ser humano golpeado por outro ser humano.
Mas cada mulher pode também ser um homem. Cinco homens.
O género aqui não importa. O que importa é a violência bruta que está escondida em cada sorriso público hipócrita e em cada queimadura profunda privada. Venha ela donde vier. De homem ou de mulher.
Este livro é adivinhadamente duro.
É para ler. De um ou mais fôlegos. Mas é para ler.
Para ler também nas fugas encetadas que dele brotam. Nas corridas permanentes pela busca de colo. De carinho. De um peito. De quietude.
Mas é também para ler nos parágrafos do caos. Do abismo. Da quase morte. Dos ensaios de queda no poço negro do fim.
Com certeza que temos, todos, que agir. Que fazer mais. E isso já não é matéria para este livro. Isso já não é literatura. Isso são leis, regulamentos, isso é política.
Espero que este livro seja mais um princípio, um outro princípio, para que o fazer mais aconteça. Para que a sociedade aja.
Nunca conseguiremos o fim último. De banir, de erradicar da sociedade o crime. Esse crime.
O homem, a mulher, estão na sua base e quando assim é, a imperfeição acontece.
Mas atenção, esta consciência não nos deve imobilizar na ação. Pelo contrário deve impelir-nos, a todos, a uma atuação.
Pese embora estas minhas considerações finais e o facto de também a Rosa Monteiro dizer que este livro é um grito político, eu prefiro guardá-lo como uma obra literária que nos interpela através de cinco mulheres, de uma só mulher, de um ser humano, homem ou mulher. Que nos interpela sobre violências. Sobre solidão. Sobre vidas duras, muito duras que tantas vezes se passam ao nosso lado. Se passam por aqui. Por aí.
Parabéns Fátima Ferreira.»
Acácio Pinto | Texto publicado hoje a propósito do “Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres”
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
domingo, 20 de novembro de 2016
Escola da Quinta da Enterranha, Sátão, já abriu portas | É frequentada por 7 alunos
NOTÍCIA DÃO E DEMO
Depois de concluída a escola, Casa da Aprendizagem para os promotores, trabalho que decorreu durante o verão, como Dão e Demo foi dando conta, as aulas começaram no dia 3 de outubro, para 7 crianças, 2 do primeiro ciclo e 5 do jardim-de-infância.
A modalidade que está a ser desenvolvida nesta escola, pela comunidade educativa local, que vive na Quinta da Enterranha, no concelho de Sátão, é a do ensino doméstico, tendo estes alunos, por referência, o Agrupamento de Escolas de Sátão, onde efetuarão ao longo do seu percurso escolar as avaliações relativas à sua evolução educativa.
Como educadores, estas crianças, têm os seus pais que aplicam com os seus filhos, neste caso com os seus alunos, os métodos pedagógicos, na linha da “educação viva”, inspirados em Maria Montessori, Johann Pestalozzi, Waldorf e José Pacheco, da escola da Ponte, este último um projeto pedagógico que se desenvolve no concelho de Santo Tirso, mas que já tem seguidores em diversos locais do mundo.
De referir que os alunos da Casa da Aprendizagem da Quinta da Enterranha participaram com os seus educadores, na passada sexta-feira, na Festa de São Martinho, que teve lugar na Escola Secundária Frei Rosa Viterbo, em Sátão.
Depois de concluída a escola, Casa da Aprendizagem para os promotores, trabalho que decorreu durante o verão, como Dão e Demo foi dando conta, as aulas começaram no dia 3 de outubro, para 7 crianças, 2 do primeiro ciclo e 5 do jardim-de-infância.
A modalidade que está a ser desenvolvida nesta escola, pela comunidade educativa local, que vive na Quinta da Enterranha, no concelho de Sátão, é a do ensino doméstico, tendo estes alunos, por referência, o Agrupamento de Escolas de Sátão, onde efetuarão ao longo do seu percurso escolar as avaliações relativas à sua evolução educativa.
Como educadores, estas crianças, têm os seus pais que aplicam com os seus filhos, neste caso com os seus alunos, os métodos pedagógicos, na linha da “educação viva”, inspirados em Maria Montessori, Johann Pestalozzi, Waldorf e José Pacheco, da escola da Ponte, este último um projeto pedagógico que se desenvolve no concelho de Santo Tirso, mas que já tem seguidores em diversos locais do mundo.
De referir que os alunos da Casa da Aprendizagem da Quinta da Enterranha participaram com os seus educadores, na passada sexta-feira, na Festa de São Martinho, que teve lugar na Escola Secundária Frei Rosa Viterbo, em Sátão.
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Marcelo Rebelo de Sousa condecorou Fernando Ferreira como comendador da ordem de mérito
NOTÍCIA DÃO E DEMO
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, concedeu, esta quarta-feira, dia 9 de novembro, o título de comendador da ordem de mérito aos atletas portugueses medalhados este ano nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro.
Entre os condecorados está Fernando Ferreira, de Lamas, concelho de Sátão, que foi medalha de bronze na modalidade de boccia.
Para além de Fernando Ferreira foram condecorados mais seis atletas paralímpicos, Luís Gonçalves, Manuel Mendes, António Marques, Cristina Gonçalves, Abílio Valente e José Macedo e ainda Telma Monteiro medalha de bronze nos em judo, no Jogos Olímpicos 2016.
A cerimónia decorreu no antigo picadeiro do Museu dos Coches, em Lisboa.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, concedeu, esta quarta-feira, dia 9 de novembro, o título de comendador da ordem de mérito aos atletas portugueses medalhados este ano nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro.
Entre os condecorados está Fernando Ferreira, de Lamas, concelho de Sátão, que foi medalha de bronze na modalidade de boccia.
Para além de Fernando Ferreira foram condecorados mais seis atletas paralímpicos, Luís Gonçalves, Manuel Mendes, António Marques, Cristina Gonçalves, Abílio Valente e José Macedo e ainda Telma Monteiro medalha de bronze nos em judo, no Jogos Olímpicos 2016.
A cerimónia decorreu no antigo picadeiro do Museu dos Coches, em Lisboa.
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Colóquio "Caminhos da leitura e da escrita" encheu Casa da Cultura de Sátão
NOTÍCIA DÃO E DEMO
Foi um sucesso o colóquio “Caminhos da leitura e da escrita” que esta sexta-feira, dia 28 de outubro, teve lugar na Casa da Cultura de Sátão.
Numa organização conjunta do jornal Dão e Demo e do Agrupamento de Escolas de Sátão e ante uma sala cheia de satenses, os escritores convidados, Elisabete Bárbara, Rosa Quinteiro e Carlos Paixão, interpelados pelo moderador do colóquio, Acácio Pinto, deixaram os seus pontos de vista sobre o ato de escrever e sobre o ato de ler, compartilhando com os presentes muitos aspetos e circunstâncias da sua vida literária.
Falaram dos livros e dos autores que leram, leem e que os apaixonam, dissertaram sobre o efeito que a leitura e escrita tiveram e têm sobre as suas vidas, partilharam alguns aspetos privados e mais intimistas, responderam às perguntas do público e “ofertaram” aos presentes, no final, um inédito que escreveram propositadamente para este evento.
Como todo o colóquio foi filmado, iremos, durante os próximos dias, libertando os vídeos do colóquio.
De referir que o presidente da Câmara, Alexandre Vaz, e a diretora do Agrupamento, Helena Castro, deixaram, a abrir, palavras de incentivo e de congratulação pela iniciativa.
Os parceiros deste colóquio foram: Câmara Municipal de Sátão, Crédito Agrícola Mútuo do Vale do Dão e do Alto Vouga, rádio Alive FM e jornais Caminho e Gazeta de Sátão.
VÍDEOS DO COLÓQUIO:
Vídeo 1 - Intervenções iniciais de Alexandre Vaz e Helena Castro.
Vídeo 2 - Questões do moderador aos autores convidados.
Vídeo 3 - Questões do moderador aos autores convidados.
Vídeo 4 - Questões do público presente.
Foi um sucesso o colóquio “Caminhos da leitura e da escrita” que esta sexta-feira, dia 28 de outubro, teve lugar na Casa da Cultura de Sátão.
Numa organização conjunta do jornal Dão e Demo e do Agrupamento de Escolas de Sátão e ante uma sala cheia de satenses, os escritores convidados, Elisabete Bárbara, Rosa Quinteiro e Carlos Paixão, interpelados pelo moderador do colóquio, Acácio Pinto, deixaram os seus pontos de vista sobre o ato de escrever e sobre o ato de ler, compartilhando com os presentes muitos aspetos e circunstâncias da sua vida literária.
Falaram dos livros e dos autores que leram, leem e que os apaixonam, dissertaram sobre o efeito que a leitura e escrita tiveram e têm sobre as suas vidas, partilharam alguns aspetos privados e mais intimistas, responderam às perguntas do público e “ofertaram” aos presentes, no final, um inédito que escreveram propositadamente para este evento.
Como todo o colóquio foi filmado, iremos, durante os próximos dias, libertando os vídeos do colóquio.
De referir que o presidente da Câmara, Alexandre Vaz, e a diretora do Agrupamento, Helena Castro, deixaram, a abrir, palavras de incentivo e de congratulação pela iniciativa.
Os parceiros deste colóquio foram: Câmara Municipal de Sátão, Crédito Agrícola Mútuo do Vale do Dão e do Alto Vouga, rádio Alive FM e jornais Caminho e Gazeta de Sátão.
VÍDEOS DO COLÓQUIO:
Vídeo 1 - Intervenções iniciais de Alexandre Vaz e Helena Castro.
Vídeo 2 - Questões do moderador aos autores convidados.
Vídeo 3 - Questões do moderador aos autores convidados.
Vídeo 4 - Questões do público presente.
domingo, 23 de outubro de 2016
Dão e Demo: Um ano de vida - 23.10.2015 | 23.10.2016
Jornal DÃO E DEMO: um ano de vida | 23.10.2015 - 23.10.2016
Notícia DÃO E DEMO
A notícia mais lida teve mais de 120.000 leituras. Foi publicada a 2 de março de 2016.
Passado um ano de vida (23.10.2015 – 23.10.2016) tivemos momentos de maior e de menor relevância, artigos com muitas visualizações e outros em que os nossos textos não foram muito além de valores residuais.
Para memória futura aqui ficam os números de visualizações no site Dão e Demo dos artigos mais lidos:
1. Muito importante: Formação não é obrigatória para uso não profissional de produtos fitofarmacêuticos – 121.912 visualizações.
2. Hospital da CUF Viseu continua a recrutar pessoal – 35.349 visualizações.
3. Espumante ‘Terras do Demo’ conquista medalha de ouro em concurso mundial de vinhos – 34.510 visualizações.
4. Deputados eleitos por Viseu votaram todos pela continuidade das portagens na A24 e A25 – 34.234 visualizações.
5. Crédito Agrícola no top 3 dos bancos mais sólidos – 32.187 visualizações.
Número de publicações efetuadas neste ano:
Artigos – 1791
Opinião/crónicas – 248
Álbuns de fotos / vídeos – 72
Inquéritos – 28
Em que países fomos mais lidos neste último ano:
1. Portugal - 83,68%
2. France - 5,08%
3. Switzerland - 5,03%
4. United Kingdom - 1,13%
5. Germany - 0,85%
6. Brazil - 0,82%
7. United States - 0,77%
8. Spain - 0,42%
9. Luxembourg - 0,36%
10. Belgium - 0,36%
Em que cidades fomos mais lidos neste ano:
1. (not set) - 21,91%
2. Viseu - 21,73%
3. Lisbon - 15,68%
4. Porto - 8,67%
5. Coimbra - 2,02%
6. Paris - 1,43%
7. Zurich - 1,28%
8. Aveiro - 1,03%
9. Braga - 0,92%
10. Guarda - 0,87%
Nota: Os dados são do Google Analytics
A notícia mais lida teve mais de 120.000 leituras. Foi publicada a 2 de março de 2016.
Passado um ano de vida (23.10.2015 – 23.10.2016) tivemos momentos de maior e de menor relevância, artigos com muitas visualizações e outros em que os nossos textos não foram muito além de valores residuais.
Para memória futura aqui ficam os números de visualizações no site Dão e Demo dos artigos mais lidos:
1. Muito importante: Formação não é obrigatória para uso não profissional de produtos fitofarmacêuticos – 121.912 visualizações.
2. Hospital da CUF Viseu continua a recrutar pessoal – 35.349 visualizações.
3. Espumante ‘Terras do Demo’ conquista medalha de ouro em concurso mundial de vinhos – 34.510 visualizações.
4. Deputados eleitos por Viseu votaram todos pela continuidade das portagens na A24 e A25 – 34.234 visualizações.
5. Crédito Agrícola no top 3 dos bancos mais sólidos – 32.187 visualizações.
Número de publicações efetuadas neste ano:
Artigos – 1791
Opinião/crónicas – 248
Álbuns de fotos / vídeos – 72
Inquéritos – 28
Em que países fomos mais lidos neste último ano:
1. Portugal - 83,68%
2. France - 5,08%
3. Switzerland - 5,03%
4. United Kingdom - 1,13%
5. Germany - 0,85%
6. Brazil - 0,82%
7. United States - 0,77%
8. Spain - 0,42%
9. Luxembourg - 0,36%
10. Belgium - 0,36%
Em que cidades fomos mais lidos neste ano:
1. (not set) - 21,91%
2. Viseu - 21,73%
3. Lisbon - 15,68%
4. Porto - 8,67%
5. Coimbra - 2,02%
6. Paris - 1,43%
7. Zurich - 1,28%
8. Aveiro - 1,03%
9. Braga - 0,92%
10. Guarda - 0,87%
Nota: Os dados são do Google Analytics
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Colóquios Dão e Demo vão entrar numa nova fase
Editorial DÃO E DEMO
Depois de três edições realizadas, em fevereiro, em abril e em julho, os colóquios Dão e Demo vão entrar agora numa nova fase da sua existência, com alterações a nível das entidades promotoras e dos colaboradores.
Se até agora a organização era exclusivamente do jornal digital Dão e Demo, doravante a organização vai ser partilhada com o Agrupamento de Escolas de Sátão, através da colaboração do professor Carlos Paixão, mantendo-se inalterável a colaboração das anteriores instituições, respetivamente, da Câmara Municipal de Sátão, da rádio Alive FM e da Caixa Agrícola do Vale do Dão e do Alto Vouga, mas acrescentando-se, a estas, os jornais Caminho e Gazeta de Sátão.
Ou seja, a partir de agora, e o próximo colóquio já está marcado para o dia 28 de outubro, o formato terá o envolvimento das instituições/entidades referenciadas.
O tema – depois do colóquio sobre os “40 anos de democracia na Câmara de Sátão”, em que juntámos os presidentes da Câmara de Sátão desde o 25 de abril de 1974, depois do debate sobre a guerra colonial que batizámos de “Viagens à minha guerra” e depois de um debate sobre “O futuro da região Viseu Dão Lafões” – vai andar em torno de autores do concelho de Sátão e da importância da escrita para a valorização dos territórios a partir, precisamente, do olhar, particular, que cada autor tem sobre as circunstâncias que o rodeiam.
O local será o mesmo dos anteriores colóquios, a Casa da Cultura de Sátão, e o horário será o de sempre, 21:00.
Brevemente divulgaremos os pormenores relativos a este próximo colóquio, contando, obviamente, com a presença de todos, que desde já convidamos, para o dia 28 de outubro.
Depois de três edições realizadas, em fevereiro, em abril e em julho, os colóquios Dão e Demo vão entrar agora numa nova fase da sua existência, com alterações a nível das entidades promotoras e dos colaboradores.
Se até agora a organização era exclusivamente do jornal digital Dão e Demo, doravante a organização vai ser partilhada com o Agrupamento de Escolas de Sátão, através da colaboração do professor Carlos Paixão, mantendo-se inalterável a colaboração das anteriores instituições, respetivamente, da Câmara Municipal de Sátão, da rádio Alive FM e da Caixa Agrícola do Vale do Dão e do Alto Vouga, mas acrescentando-se, a estas, os jornais Caminho e Gazeta de Sátão.
Ou seja, a partir de agora, e o próximo colóquio já está marcado para o dia 28 de outubro, o formato terá o envolvimento das instituições/entidades referenciadas.
O tema – depois do colóquio sobre os “40 anos de democracia na Câmara de Sátão”, em que juntámos os presidentes da Câmara de Sátão desde o 25 de abril de 1974, depois do debate sobre a guerra colonial que batizámos de “Viagens à minha guerra” e depois de um debate sobre “O futuro da região Viseu Dão Lafões” – vai andar em torno de autores do concelho de Sátão e da importância da escrita para a valorização dos territórios a partir, precisamente, do olhar, particular, que cada autor tem sobre as circunstâncias que o rodeiam.
O local será o mesmo dos anteriores colóquios, a Casa da Cultura de Sátão, e o horário será o de sempre, 21:00.
Brevemente divulgaremos os pormenores relativos a este próximo colóquio, contando, obviamente, com a presença de todos, que desde já convidamos, para o dia 28 de outubro.
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Sátão: Festival da abóbora da Quinta da Tapada, em Ferreira de Aves, foi um êxito
Notícia DÃO E DEMO
Teve lugar durante a tarde deste domingo, dia 2 de outubro, a VII Festival da abóbora da Quinta da Tapada, em Ferreira de Aves, no concelho de Sátão, sendo o evento uma iniciativa da Tapada Cultural.
Com a abóbora como pretexto, o que é facto é que durante a tarde de domingo foi grande a afluência de pessoas da freguesia e do concelho que se quiseram associar a esta iniciativa em que estiveram presentes diversas instituições da freguesia e muitos stands a venderam os seus produtos artesanais e endógenos.
Em concurso, como Dão e Demo havia noticiado, estiveram as abóboras mais pesadas, mais originais e maiores, mas também as melhores esculturas em abóboras Halloween. Igualmente houve confeção de doce de abóbora, bolos, pão e tantas iguarias regionais.
A música esteve por conta do Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Ferreira de Aves.
Teve lugar durante a tarde deste domingo, dia 2 de outubro, a VII Festival da abóbora da Quinta da Tapada, em Ferreira de Aves, no concelho de Sátão, sendo o evento uma iniciativa da Tapada Cultural.
Com a abóbora como pretexto, o que é facto é que durante a tarde de domingo foi grande a afluência de pessoas da freguesia e do concelho que se quiseram associar a esta iniciativa em que estiveram presentes diversas instituições da freguesia e muitos stands a venderam os seus produtos artesanais e endógenos.
Em concurso, como Dão e Demo havia noticiado, estiveram as abóboras mais pesadas, mais originais e maiores, mas também as melhores esculturas em abóboras Halloween. Igualmente houve confeção de doce de abóbora, bolos, pão e tantas iguarias regionais.
A música esteve por conta do Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Ferreira de Aves.
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