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Realizou-se esta quarta-feira, dia 29 de junho, na Câmara Municipal de Viseu, o ato público de assinatura do protocolo de cooperação entre os Municípios de Mangualde, Nelas, Penalva do Castelo, Sátão, Vila Nova de Paiva, S. Pedro do Sul, Vouzela e Viseu, tendo em vista uma política conjunta de abastecimento de água na região e, em particular, a defesa da construção da barragem da Maeira, no rio Vouga, prevista no âmbito do Plano de Gestão da Bacia Hidrográfica do Vouga, Mondego e Lis, e com estudo prévio já elaborado.
Participaram da cerimónia o Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, e os Presidentes de Câmara dos oito municípios outorgantes.
Para Almeida Henriques, presidente da Câmara de Viseu, o dia foi importante e destacou o empenho do Secretário de Estado do Ambiente neste processo.
O autarca viseense, em declarações à Alive FM, agradeceu aos outros 7 autarcas por estarem neste projeto que será o futuro das próximas gerações, pois para Almeida Henriques, o recurso água é um recurso escasso, mas existe em abundância na região.
A construção desta infraestrutura vai multiplicar por 5 o abastecimento de água nos 8 concelhos.
Almeida Henriques sublinhou que existiu uma união entre os 8 concelhos para a realização deste projeto.
Em resposta, Carlos Martins, Secretário de Estado do Ambiente sublinhou que este projeto é pioneiro, havendo uma escala do ciclo urbano da água.
O governante referiu que este pioneirismo deve ser exemplo para os restantes municípios do país.
No protocolo de cooperação, os municípios comprometem-se numa cooperação para uma política conjunta de abastecimento de água e saneamento de águas residuais, tendo nas Águas de Viseu – Serviços Municipalizados de Água e Saneamento o instrumento institucional e técnico para o desenvolvimento de todos os estudos, projetos e candidaturas que se verifiquem como necessárias.
Os 8 municípios assumirão ainda ser necessário e prioritário o reforço do abastecimento de água aos seus concelhos, melhorando os níveis de sustentabilidade do atual sistema de armazenamento e distribuição, face à dimensão demográfica e económica da região. Os autarcas assinalam, nesse protocolo, que a atual capacidade instalada não atinge o grau de sustentabilidade imposto pelo regulador.
A capacidade atual da albufeira da barragem de Fagilde (2.500.000m3) revela-se já insuficiente para garantir o abastecimento de água às populações que dela dependem, designadamente dos concelhos de Viseu, Mangualde, Nelas e Penalva do Castelo, sendo a capacidade projetada para a albufeira da barragem da Maeira, no rio Vouga, mais de quatro vezes superior (10.500.000 m3).
quinta-feira, 30 de junho de 2016
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Enterranha: Construção da ‘Casa da Aprendizagem’ está a decorrer em bom ritmo, com um orçamento de 6.515 euros
A construção da “Casa da Aprendizagem”, ou “escolinha”, na Quinta da Enterranha, concelho de Sátão, de que demos conta na edição Dão e Demo de 10 de maio, está a decorrer conforme o programado e a sua conclusão continua a estar prevista para o dia 15 de julho.
Quem o assumiu, perante a reportagem Dão e Demo – que esta quarta-feira, dia 22 de junho, esteve na Quinta da Enterranha – foi Durval Rocha, que num ambiente muito informal, depois do almoço e antes de iniciarem os trabalhos da parte da tarde, sob um calor intenso, nos esclareceu que este é um projeto comunitário para responder a uma necessidade, a de terem um espaço com melhores condições para as crianças em idade escolar. Referiu-nos mesmo, corroborado pelos demais elementos, nomeadamente pela Helga Jorgensen, Marco Horner e pela María Rodriguez Castro, que esta escola irá proporcionar o ensino doméstico, home learning, às crianças da comunidade. Porém, quiseram deixar bem claro que o funcionamento da escola e a estruturação das atividades letivas ainda não estão completamente definidas, pois “todas as decisões são partilhadas” e ainda não houve essa tomada de decisão por todos os pares que integram a comunidade.
Quanto à escola em si, depois da decisão quanto à sua localização, foi elaborado um plano construtivo que agora está a ser executado com a ajuda de voluntários, alguns amigos que vieram de outras eco aldeias, e pessoas da região que se quiseram associar a esta iniciativa. E o planeamento não esqueceu, obviamente, o orçamento que ascende a 6.515 euros distribuídos por várias rubricas, desde as madeiras, transportes de materiais até à quinta, parafusos, pregos, equipamento da cozinha, casa de banho, instalação elétrica, painéis solares, salamandra para aquecimento… enfim, tudo foi detalhado ao pormenor, que chegou aos custos da alimentação para os voluntários.
Para angariação de fundos, necessários para a aquisição dos materiais, a comunidade lançou uma campanha pública de angariação de fundos através do site Casa de Aprendizagem tendo já conseguido obter (até 22.06.2016) 1.127 euros.
De fora do orçamento ficou o equipamento da sala de aula pelo que lançam o desafio a quem tiver cadeiras, mesas, material didático e que o queira doar à Casa da Aprendizagem, ficando “muito agradecidos pela doação”.
Como vai ficar a Casa da Aprendizagem?
Com uma área de implantação de cerca de 25 metros quadrados a Casa da Aprendizagem vai-se distribuir por dois pisos, ficando no inferior a cantina e no piso superior, para além da sala de aula, ficará um vestiário e uma casa de banho ecológica que utilizará a técnica da compostagem ou casa de banho seca.
Relativamente à construção, se as paredes do piso inferior são de granito, com aproveitamento de ruinas preexistentes, já o superior está a ser executado com estrutura em madeira, estando prevista a execução de paredes, de 20 cm, utilizando uma mistura de palha prensada que depois será rebocada com uma argamassa de barro.
Referiram-nos que muitos dos materiais foram adquiridos pela comunidade, mas há também muitos outros que lhes foram e irão ainda ser oferecidos por pessoas da região.
Que projeto é este que está a nascer na Quinta da Enterranha?
Segundo os próprios se definem na sua página eletrónica, são, neste momento, “5 famílias (10 adultos, 10 crianças)” a fazerem o seu projeto de ensino doméstico em comunidade.
E acrescentam que “a educação das crianças está a ser feita não só desde os núcleos familiares individuais, mas também como projeto comunitário da eco aldeia” onde moram todos juntos. Neste momento, dizem, precisam de construir um centro onde possam reunir as crianças, um espaço onde crianças e adultos possam “continuar a crescer e aprender”.
Esclarecem ainda que “todos têm estado a desenvolver a eco aldeia nos últimos 5 anos através da construção das próprias casas, assim como várias estruturas comuns”, rematando que “é por isto que temos muita experiência em construção natural, numa variedade de técnicas diferentes e numa variedade de circunstâncias.”
Doa 10 adultos, 4 estão a trabalhar na recuperação da ruina para Casa da Aprendizagem, cuja conclusão está prevista para o dia 15 de julho.
Reportagem: Acácio Pinto | Luís Farinha Giroto
Quem o assumiu, perante a reportagem Dão e Demo – que esta quarta-feira, dia 22 de junho, esteve na Quinta da Enterranha – foi Durval Rocha, que num ambiente muito informal, depois do almoço e antes de iniciarem os trabalhos da parte da tarde, sob um calor intenso, nos esclareceu que este é um projeto comunitário para responder a uma necessidade, a de terem um espaço com melhores condições para as crianças em idade escolar. Referiu-nos mesmo, corroborado pelos demais elementos, nomeadamente pela Helga Jorgensen, Marco Horner e pela María Rodriguez Castro, que esta escola irá proporcionar o ensino doméstico, home learning, às crianças da comunidade. Porém, quiseram deixar bem claro que o funcionamento da escola e a estruturação das atividades letivas ainda não estão completamente definidas, pois “todas as decisões são partilhadas” e ainda não houve essa tomada de decisão por todos os pares que integram a comunidade.
Para angariação de fundos, necessários para a aquisição dos materiais, a comunidade lançou uma campanha pública de angariação de fundos através do site Casa de Aprendizagem tendo já conseguido obter (até 22.06.2016) 1.127 euros.
De fora do orçamento ficou o equipamento da sala de aula pelo que lançam o desafio a quem tiver cadeiras, mesas, material didático e que o queira doar à Casa da Aprendizagem, ficando “muito agradecidos pela doação”.
Como vai ficar a Casa da Aprendizagem?
Com uma área de implantação de cerca de 25 metros quadrados a Casa da Aprendizagem vai-se distribuir por dois pisos, ficando no inferior a cantina e no piso superior, para além da sala de aula, ficará um vestiário e uma casa de banho ecológica que utilizará a técnica da compostagem ou casa de banho seca.
Relativamente à construção, se as paredes do piso inferior são de granito, com aproveitamento de ruinas preexistentes, já o superior está a ser executado com estrutura em madeira, estando prevista a execução de paredes, de 20 cm, utilizando uma mistura de palha prensada que depois será rebocada com uma argamassa de barro.
Referiram-nos que muitos dos materiais foram adquiridos pela comunidade, mas há também muitos outros que lhes foram e irão ainda ser oferecidos por pessoas da região.
Que projeto é este que está a nascer na Quinta da Enterranha?
Segundo os próprios se definem na sua página eletrónica, são, neste momento, “5 famílias (10 adultos, 10 crianças)” a fazerem o seu projeto de ensino doméstico em comunidade.
E acrescentam que “a educação das crianças está a ser feita não só desde os núcleos familiares individuais, mas também como projeto comunitário da eco aldeia” onde moram todos juntos. Neste momento, dizem, precisam de construir um centro onde possam reunir as crianças, um espaço onde crianças e adultos possam “continuar a crescer e aprender”.
Esclarecem ainda que “todos têm estado a desenvolver a eco aldeia nos últimos 5 anos através da construção das próprias casas, assim como várias estruturas comuns”, rematando que “é por isto que temos muita experiência em construção natural, numa variedade de técnicas diferentes e numa variedade de circunstâncias.”
Doa 10 adultos, 4 estão a trabalhar na recuperação da ruina para Casa da Aprendizagem, cuja conclusão está prevista para o dia 15 de julho.
Reportagem: Acácio Pinto | Luís Farinha Giroto
terça-feira, 21 de junho de 2016
João Luís Inês Vaz vai ser homenageado em Rebordinho – Viseu, esta quinta-feira, 23 de junho
Notícia DÃO E DEMO
Um grupo de amigos, da ASSOREB – Associação Social,
Cultural, Recreativa e de Defesa do Património e Ambiente de Rebordinho, da
Junta de Freguesia de São João de Lourosa, a que se associa a Concelhia de
Viseu do PS, vai promover, em Rebordinho, no concelho de Viseu, no dia 23 de
junho, data do primeiro aniversário da sua morte, uma homenagem a João Luís
Inês Vaz.
Desta homenagem constam uma missa de sufrágio, pelas 19:h30,
inauguração de um monumento em sua memória, inauguração do “Largo Doutor Inês
Vaz” no cruzamento da avenida Calheiros, em Rebordinho a que se seguirá um
jantar-convívio.
João Luís Inês Vaz (1951-2015), natural do Soito, concelho
do Sabugal, adotou Viseu como local de residência, onde foi governador Civil do
Distrito de Viseu, vereador da Câmara de Viseu, professor universitário,
investigador e autor de várias obras no âmbito da arqueologia e da história
entre tantas outras atividades de índole cívica e política.
sábado, 18 de junho de 2016
Mangualde: Tomaram posse os órgãos sociais da Caixa Agrícola do Vale do Dão e do Alto Vouga
Notícia DÃO E DEMO
Os órgãos sociais da Caixa Agrícola do Vale do Dão e do Alto
Vouga tomaram posse esta quinta-feira, dia 9 de junho, na sede da instituição,
em Mangualde, depois de o Banco de Portugal ter concedido autorização para o
exercício das funções a todos os seus membros.
Victor Gomes passa, pois, a partir de agora a assumir as
funções de presidente da instituição, mantendo-se, conjuntamente com João
Coelho, como os dois administradores executivos.
Já José sarmento Moniz, anterior, presidente da
administração, tomou posse como presidente da Assembleia Geral, em substituição
de Acácio Pinto, que assumiu as funções de presidente do conselho fiscal da
Caixa Agrícola.
Perante um salão nobre completamente cheio, de
colaboradores, clientes e representantes institucionais, coube a Acácio Pinto, ainda
como presidente da assembleia geral, abrir a sessão, tendo na mesa, a seu lado,
os presidentes de Câmara de Mangualde, Penalva do Castelo e Vila Nova de Paiva.
Saudou todos os presentes e de uma forma especial “todos aqueles que nos
respetivos concelhos foram os fundadores desta grande instituição que é o
crédito agrícola”, deixando igualmente uma palavra de apreço para com todas as
instituições da área de influência, “autarquias, ipss, associações, escolas,
cooperativas, fábricas da igreja” mas também deixou uma especial palavra para
os colaboradores e clientes a quem chamou de “parceiros”. Finalmente, agradeceu
a confiança e disse ter tido “grande honra” em ter servido, nestas funções, o
crédito agrícola, concluindo com um “agradecimento ao trabalho dos órgãos
sociais cessantes e votos dos maiores êxitos para os que agora vão ser
empossados”.
José Sarmento Moniz, depois de tomar posse, assumiu a
condução dos trabalhos e em breve intervenção secundou as palavras do anterior
presidente da assembleia geral e referenciou a Caixa Agrícola como uma
“instituição de proximidade e de confiança nestes tempos difíceis que
atravessamos”.
Mas coube a Victor Gomes, presidente eleito, efetuar a
intervenção principal desta cerimónia de tomada de posse dos órgãos sociais.
Da sua intervenção destacamos os seguintes extratos que são
bem demonstrativos da sua renovada vontade de prosseguir a missão desta instituição
ao serviço do território e das pessoas, uma instituição que a nível nacional e
internacional é sólida e credível.
Victor Gomes dixit:
«O Grupo detém hoje um
volume de ativos de mais de 15,5 Mil Milhões de euros, ocupando o 6º lugar no
ranking da banca nacional.
Não tivemos
necessidade durante esta crise financeira de recorrer a qualquer ajuda do
Estado ou da União Europeia, fruto de termos praticado uma gestão cuidada, de
risco moderado, não nos envolvendo em situações complexas.»
«As nossas raízes têm
origem nas comunidades locais, na agricultura, na banca cooperativa, na
proximidade, na solidariedade e na responsabilidade.»
«Hoje orgulhamo-nos de
ser um dos motores de desenvolvimento da região onde estamos inseridos, tendo
consciência que com o andar dos anos, esta responsabilidade será cada vez maior
e mais envolvente.»
«Estamos empenhados
como todos os presentes na fixação das nossas populações, no desenvolvimento
dos nossos concelhos e da região onde estamos inseridos. Não temos atualmente
qualquer receio de nos confrontarmos com qualquer Banco em qualquer área de
negócio.»
A encerrar a sessão o presidente da Câmara Municipal de
Mangualde, João Azevedo, em representação dos seus colegas presidentes, saudou
a instituição e todos os seus órgãos sociais e colaboradores, considerou-a um
“parceiro estratégico das autarquias no desenvolvimento do território” e desejou
os maiores êxitos aos dirigentes agora empossados, no cumprimento da sua
missão.
quarta-feira, 15 de junho de 2016
Palavras, sim! O silêncio é que não!*
Opinião DÃO E DEMO
1. Gosto do silêncio. Da insonorização da vida. Mas gosto
bem mais, muito mais, mesmo que me firam, das palavras que me disseste, que me
dizes, que me dizem.
Elas, as palavras, são gramática afetiva, geografia sentimental.
Elas são corpo, elas são alma.
Por mais que Eugénio de Andrade nos tenha dito, e disse, que
“as palavras estão envelhecidas e envilecidas”, e estão, foi por elas que fomos
e somos Camões ou Sophia, Torga ou Pessoa. Foi por elas que fomos e somos
Aquilino ou Saramago, Ferreira de Castro ou Eduardo Lourenço…
É, pois, por elas e com elas que vamos em cada encontro que
travamos com o tempo e em cada tempo que (re)memorizamos. Sejam punhais ou
flores, sejam dores ou traição, são elas, as palavras, que sempre estão no dia
da festa da vida, ou na morte, nesse fim de tudo, ou nesse filme de tudo que,
se diz, veem aqueles que estão no seu fim.
Gosto, pois, do silêncio. Da ausência de sons e de palavras.
Mas gosto bem mais, muito mais, mesmo que me fraturem, das palavras que me atiraste
de cernelha ou em pega frontal.
Fala-me, falem-me, então do fervilhar. Dessa panela ao lume,
deste borbulhar. Falem-me com palavras, daquelas que estão estampadas nos
dicionários, mas também, mas sobretudo, com aquelas que ninguém conhece. Com aquelas
que os motores de busca censuram. Com aquelas que que os acordos ortográficos não
certificam e ignoram. Falem-me com essas. Com essas que só tu sabes onde estão.
Mas falem-me! Podem falar-me com as palavras que quiserem! O
silêncio é que não!
Falem-me mesmo com as palavras clandestinas. Mesmo com
aquelas palavras que são perseguidas em qualquer síria ou somália deste ou
daquele tempo. Falem-me, falem-me com palavras esventradas com roquetes ou
espezinhadas com ódio. Podem mesmo falar-me com palavras refugiadas. Até me
podem falar com aquelas palavras naufragadas (e tão ignoradas!) nos
mediterrâneos desta crua vida. Mas não deixem de me falar também com as
palavras corrompidas e prostituídas em cada ramal de estrada. Em cada escuro
vão de escada.
É que as palavras, elas, são veículos, os únicos, as
locomotivas da criação. As palavras, elas, são elas que nos transformam em parceiros,
em par. Em rosto verdadeiro, em rosto humano.
Gosto, pois, do silêncio. Como disse, gosto da insonorização
da vida. Mas gosto bem mais, muito mais, mesmo que sejam zagalotes, das
palavras que me disseste, que me dizes, das palavras que me dizem e que me
falam de nós, que me falam do viver, que me falam deste teatro, que me falam da
vida.
O silêncio… o silêncio é que não!
2. Serve o que precede para me congratular com aqueles que
escrevem, com os escritores… e são tantos! Com todos aqueles que não querem só
para si as ideias que percorrem os seus labirintos da criação. Que teimam em
não se silenciar nestes tempos da hipermodernidade em que tantas vezes imperam
os cínicos silêncios.
Ninguém me levará a mal que particularize nos escritores da
minha terra, da minha região, que quiseram e querem, que ousaram, estar aí, que
nos deixaram a sua escrita, as suas palavras.
Parabéns a todos.
* - Em jeito de
homenagem aos escritores
terça-feira, 14 de junho de 2016
UDACA vai lançar o novo vinho ‘Adro da Sé Encruzado 2015’, no Summer Tasting
A UDACA vai realizar nesta sexta-feira, dia 17 de junho, nas
suas instalações, na Estrada Principal do Parques Industrial de Coimbrões, o
"Summer Tasting".
Este evento decorrerá a partir das 17:30h, contando com o
lançamento do novo vinho Adro da Sé Encruzado 2015 e a apresentação das novas
colheitas de Irreverente Rosé 2015, Irreverente Branco 2015 e Dom Divino 2015.
Segundo a UDACA, este novo vinho Adro da Sé Encruzado 2015,
é um “produto que promete ser uma revelação do ano de 2016” para além de se “aumentar
a oferta de produtos UDACA”.
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Próximo colóquio Dão e Demo: VISEU DÃO LAFÕES: QUE FUTURO?
Notícia DÃO E DEMO.
Já está definido o próximo colóquio Dão e Demo. Acontecerá
no próximo dia 8 de julho, pelas 21 horas, e nele vamos debater o futuro da
nossa região, sob o tema “Viseu Dão Lafões: Que futuro?”
Para tal convidámos duas personalidades de forte matriz
política e que nas últimas décadas mais influenciaram as políticas da região de
Viseu, uma do PSD e outra do PS. Falamos de Fernando Ruas, atualmente
eurodeputado do PSD, ele que foi presidente da Câmara Municipal de Viseu
durante 24 anos e falamos de José Junqueiro, que foi deputado, presidente da
Federação de Viseu do PS e secretário de estado em dois governos socialistas.
São estes, portanto, os dois protagonistas que irão debater
o futuro da nossa região, nas suas mais diversas vertentes, neste tempo em que
voltaram a estar em cima da mesa, seja pela mão do Governo ou das autarquias,
temas tão recorrentes como sejam interior, acessibilidades, Portugal 2020,
justiça, emprego.
A metodologia, essa, será semelhante à dos anteriores
colóquios. Os nossos convidados farão uma exposição inicial com as suas ideias
sobre o tema em apreço e no final dar-se-á a palavra aos presentes para as
considerações ou perguntas que entenderem por pertinentes.
Contamos, pois, com a presença de todos aqueles que aqui
residam, que aqui trabalham, ou que daqui sejam naturais para vir ouvir, mas
sobretudo, para participar com a sua opinião neste colóquio que, com certeza, a
todos diz respeito: “Viseu Dão Lafões: Que futuro?”.
À semelhança dos colóquios anteriores contamos com o apoio
da Câmara Municipal de Sátão, da rádio Alive FM e da Caixa de Crédito Agrícola
do Vale do Dão e do Alto Vouga.
Estão todos convidados.
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