sábado, 26 de abril de 2014

PS promoveu jantar da liberdade, em Ourém

Com a presença dos líderes do PS, António José Seguro, e do SPD alemão, Sigmar Gabriel, e ainda do cabeça do lista do PS às eleições europeias, Francisco Assis decorreu em Ourém, no centro de negócios, no dia 24 de abril, o jantar da liberdade, promovido pelo partido socialista e onde se assinalaram os 40 anos do 25 de abril de 1974 e os 41 anos da fundação do PS.
As intervenções que efetuaram, Francisco Assis, Sigmar Gabriel e António José Seguro, foram no sentido da mudança de políticas na europa e em Portugal no sentido de se inverter o atual ciclo político da austeridade como dogma.
Antes tinham intervindo Paulo Fonseca, presidente da câmara de Ourém e António Gameiro, presidente da federação de Santarém.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

40 anos do 25 de abril de 1974 assinalados no Parlamento

Decorreu no dia 25 de abril de 2014 a sessão evocativa dos 40 anos da revolução dos cravos, revolução protagonizado pelos "capitães de abril" de que Salgueiro Maia foi o nome maior.
Houve intervenções de todos os grupos parlamentares, da presidente da Assembleia da República e do Presidente da República.
Pelo PS interveio deputado António José Seguro, de cuja intervenção a LUSA efetuou o seguinte take:
O secretário-geral do PS apelou hoje à coragem para a construção de uma "democracia de confiança, num discurso em que criticou a "mão invisível ultraliberal" e a nova "cortina de ferro" europeia que divide norte e sul.
Palavras que foram proferidas por António José Seguro na sessão solene comemorativa dos 40 anos do 25 de Abril de 1974, na Assembleia da República - intervenção em que vincou a gratidão dos portugueses em relação à coragem dos "capitães de Abril" no derrube da ditadura.
"Obrigado capitães de Abril, obrigado pela vossa generosidade, obrigado pelo vosso desprendimento. Os capitães de Abril conquistaram por mérito próprio um lugar na História de Portugal. Nada nem ninguém pode alterar esse julgamento que a História já consagrou", disse, recebendo palmas da bancada do PS.
Numa intervenção aplaudida de pé pelos deputados socialistas, o secretário-geral do PS falou sobre os progressos registados ao longo dos últimos 40 anos, mas considerou que há valores democráticos (como o Estado social e a matriz do ideal europeu) que "estão hoje ameaçados".
Seguro criticou então "governantes que prometem uma coisa e fazem outra, que não assumem as suas verdadeiras intenções, nem as consequências das suas políticas", e insurgiu-se contra as conceções que pretendem impor "um pensamento único".
"A mão invisível de que os ultraliberais tanto falam tornou-se infelizmente bem visível na vida dos portugueses. Essa mão empobreceu os portugueses, aumentou as desigualdades e está a destruir a classe média", apontou numa crítica ao atual executivo.
O secretário-geral do PS contrapôs que Portugal precisa de construir "uma democracia de confiança, onde a política e negócios não se misturam e a justiça não prescreve para os poderosos".
"Uma democracia de confiança que respeite e dê segurança aos portugueses que trabalham uma vida inteira e que abra as portas do futuro à geração de jovens mais qualificada de sempre. Uma democracia de confiança que desenvolva uma economia de mercado sem ser à custa dos direitos dos trabalhadores e que fale verdade aos portugueses", especificou o líder socialista.
Após o seu diagnóstico à situação nacional, António José Seguro defendeu a necessidade de "coragem" para afirmar Portugal na Europa, "sem complexos e sem subserviência", e traçou um panorama sombrio sobre a atual realidade europeia.
"Devemos isso sim lutar contra esta nova cortina de ferro com que tentam dividir-nos entre países cumpridores e países incumpridores; entre norte e sul; entre bons e maus países. O ideal europeu é de união, não de divisão. É um ideal de coesão e não de exclusão. É um ideal de cooperação e não de competição", declarou, vincando a sua defensa a favor de uma União Europeia de Estados-membros iguais.
Ainda num ataque à lógica de pensamento único político e económico, Seguro deixou outra mensagem: "Ao contrário do que alguns procuram sugerir, enquanto há vida há sempre alternativa, porque essa é também a lição do país de Abril", sustentou, já depois de defender políticas alternativas "de acordo com critérios de equidade e de sustentabilidade".

Em tempos de abril, alunos da escola portuguesa de Sierre (Suiça) de visita à Assembleia da República

Recebi na Assembleia da República, no dia 24 de abril, 16 alunos do 9º ano da escola portuguesa de Sierre (Valais - Suiça) acompanhados pela professora Maria Eduarda Silva e por Martine Fonseca, representante dos encarregados de educação.
Esta comitiva, que chegou a Portugal no dia 21 de abril e regressará à Suiça no dia 26, tem estado a visitar alguns dos monumentos de Lisboa, sendo que um desses foi o palácio de são Bento, tendo sido para mim uma honra poder ter tido esta oportunidade em que o intermediário foi o professor Cláudio Bruno Arrais, natural do concelho de Sátão, que está a lecionar na Suiça.
No Palácio de são Bento, que está com um vasto conjunto de exposições e de marcas de abril, acompanhei-os e mostrei-lhes os principais espaços, desde a sala do senado, salão nobre, escadaria principal, varanda, plenário, passos perdidos, sala das comissões, refeitório dos monges e biblioteca.
Os alunos, filhos de emigrantes portugueses radicados na Suiça, na sua maioria oriundos do distrito de Viseu, puderam efetuar-me, em português, o que apreciei, as perguntas que entenderam sobre as funções parlamentares.
O deputado Paulo Pisco, eleito pelo círculo eleitoral da Europa, também teve a oportunidade de privar durante algum tempo com esta delegação.
Ofereci aos alunos um livro com os principais aspetos históricos do edifício e uma miniatura da constituição da república portuguesa.
Uma saudação e uma palavra de apreço para todos!
Felicidades!

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Poemas de abril no parlamento

Integrada no programa dos 40 anos do 25 de abril de 1974 que está a decorrer na Assembleia da República teve lugar no dia 23 de abril, no salão nobre do palácio de são Bento, a iniciativa "Poemas de abril no parlamento" que constou da leitura/declamação de poemas alusivos à liberdade e ao 25 de abril.
Em representação da Assembleia da República esteve o vice-presidente António Filipe.
Foram declamadores:
- Teresa Patrícia Gouveia: várias estrofes do Canto I de Luís de Camões e "o nome lírico" de Fiama Hasse Pais Brandão;
- António Arnaut: "a dor lanciante deste ocaso", "abrilser" e "a minha esperança", todos do próprio António Arnaut;
- José Ribeiro e Castro: "poema do homem novo", de António Gedeão, e "eu sou do tamanho que vejo", de Alberto Caeiro;
- Odete Santos: "não desesperes, mãe", de Miguel Torga, e "xácara das bruxas dançando", de Carlos de Oliveira;
- Francisco Madeira Lopes: "mataram a tuna", de Manuel da Fonseca, e "a Salgueiro Maia", de Maria Purificação Frioleiro Nunes;
- Maria Barroso: "abril de abril", de Manuel Alegre, e "25 de abril", de Sophia de Mello Breyner;
- Raúl de Almeida: "o Portugal futuro", de Ruy Belo, e "uma pequenina luz", de Jorge de Sena;
- Fernando Tavares Marques: "as portas que abril abriu", de Ary dos Santos;
- Joana Manuel: "falta por aqui uma grande razão", de Mário Cesariny de Vasconcelos, e "enquanto", de António Gedeão.

Deputados benfiquistas deslocaram-se ao estádio da Luz

Decorreu no dia 22 de abril o tradicional jantar de convívio entre os deputados benfiquistas, da Assembleia da República, e os órgãos sociais do SLB.
Este evento que se realiza anualmente teve, este ano, a particularidade de se realizar dois dias depois da conquista do título 33, pelo Benfica, de campeão nacional e ainda de o jantar ter sido precedido por uma visita ao museu Cosme Damião, um magnífico espaço em que a história do Benfica se confunde com muitos aspetos da história portuguesa.
Estiveram presentes deputados de todos os grupos parlamentares, tendo intervindo um de cada partido, e a encerrar usou da palavra o presidente Luís Filipe Vieira para dizer da enorme alegria que representou a conquista deste título, o 33º, e que a palavra de ordem é a da estabilização de todas as estruturas do clube.
Neste oportunidade o presidente Luís Filipe Vieira não se esqueceu de deixar uma palavra de grande saudade pela morte do deputado socialista Manuel Seabra, um dos promotores destes eventos, tendo-se guardado um minuto de silêncio em sua memória. Igualmente foram lembrados Eusébio e Coluna.
Em 2013: Manuel Seabra entre Telmo Correia e Luís Filipe Vieira
Já está desatualizado!
MUSEU COSME DAMIÃO