sábado, 7 de fevereiro de 2015

Adelaide Modesto promoveu reunião com diretor do Museu Grão Vasco

No dia 7 de fevereiro, por iniciativa de Adelaide Modesto, presidente da Concelhia de Viseu do PS, participei com o deputado José Junqueiro, e os deputados municipais, Ribeiro de Carvalho, Alberto Ascensão e Pedro Baila Antunes, e o coordenador da concelhia de Viseu da JS, Manuel Mirandez, numa reunião com Agostinho Ribeiro, diretor do museu, com a finalidade de dar a conhecer o projeto que o PS apresentou na AR e que recomenda a abertura do processo de classificação do Museu de Grão Vasco para MUSEU NACIONAL DE GRÃO VASCO.
Esta iniciativa dos deputados do PS, que corresponde a um largo anseio da sociedade viseense e das pessoas da cultura a nível nacional, deu entrada no dia 4 de fevereiro e aguarda agora o seu agendamento para o plenário da AR onde será debatido e votado.
Aqui deixamos alguns excertos do PJR 1246/XII/4ª que já havíamos publicado na íntegra AQUI.
"O Museu de Grão Vasco, assim designado pelo Decreto n.º 2:284-C, publicado no Diário do Governo n.º 51, de 16 de março de 1916, é um dos maiores ícones culturais da cidade de Viseu, onde está sediado, da região e, mesmo, do nosso país, atendendo ao seu vasto, quanto valioso, espólio artístico.
Ancorado no nome desse grande pintor quinhentista, Vasco Fernandes (...) Merece ainda uma especial referência o facto de muitos dos bens do Museu Grão Vasco serem efetivos “tesouros nacionais”, ao estarem classificados pelo Decreto-Lei n.º 19/2006, de 18 de julho como “bens de interesse nacional”.
(...) O Museu Grão Vasco é, portanto, um dos elementos maiores de Viseu, relevante para qualquer estratégia de desenvolvimento local e regional, relevante para conferir ao centro histórico de Viseu uma acrescida mais-valia no âmbito da pretensão de elevação a património da humanidade
(...) Aquilino Ribeiro, que em 1937, no Almanaque Bertrand, p.79, disse: “O que é o Museu Grão Vasco? O Museu Grão Vasco não é Viseu; não é a Beira. É Portugal. Mais que Portugal é o mundo, pois que a arte tem feição ecuménica. Regional é-o apenas no rótulo que oficialmente lhe deram”.

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