quinta-feira, 21 de março de 2013

António José Seguro reuniu com professores na Marinha Grande


No dia 20 de março, ao final da tarde, na Marinha Grande, António José Seguro teve oportunidade de ouvir as preocupações e debater com professores e vários agentes do sistema educativo, numa reunião de trabalho na Escola Secundária Acácio Calazans Duarte.
Na sessão foram abordados vários temas: o envelhecimento do quadro docente e estabilidade do mesmo, cursos profissionais, reforma dos currículos, ensino especial, estatuto do aluno estrangeiro, excessiva burocracia, ensino politécnico e universidades, transportes escolares, autonomia escolar, preocupação com o fim do programa novas oportunidades e a necessidade de ter um quadro legislativo estável.
Para o secretário-geral do PS "a escola tem que ser o garante da igualdade, independentemente do local onde reside ou dos rendimentos familiares, todos os alunos têm que ter as mesmas oportunidades". A missão de cidadania da escola na formação dos alunos foi considerada essencial, bem como a motivação e dignificação da atividade docente.
Para o PS, as políticas públicas de educação e de qualificação devem assentar em três pilares: i) Igualdade de oportunidades; ii) Modernização/desenvolvimento/progresso; iii) Competitividade.
Só com mais formação, empresários e trabalhadores terão maior produtividade e competitividade. O Governo tem levado a cabo uma política de desqualificação da escola pública, desperdício de recursos públicos, degradação de qualidade e agravamento das desigualdades.
No relatório encomendado ao FMI, pelo governo, para “Repensar o Estado”, o capítulo sobre Educação – a que significativamente se deu o nome de “Gastos em Educação” – é mais um exemplo de uma agenda ideológica que, a ser concretizada, levaria ao fim da escola pública e a um retrocesso sem precedentes. O documento do FMI é claro sobre quais as grandes “reformas” que se propõem: 1) Liberdade de escolha;  
2) Despedimento de até 50.000 professores; 3) Aumento de propinas.
Na Educação, tal como noutras áreas, o Governo apenas teve a obsessão pela austeridade e desperdiçou algumas dinâmicas muito positivas, nomeadamente: i) Promoção do ensino técnico e profissional; ii) Desenvolvimento das qualificações ao longo da vida; iii) Melhorias na performance e equidade, conforme comprovado pela OCDE.
Além desta desvalorização da escola pública, aumenta em termos reais o financiamento público ao ensino privado. Os horários zero em simultâneo com a manutenção do financiamento público ao ensino privado só se explicam no quadro de uma política de desqualificação da escola pública, em nome de uma agenda ideológica que nada tem a ver com a troika ou com as restrições orçamentais.

Programa “As Pessoas estão Primeiro”
Nos vários concelhos, o Secretário-geral do PS está a ouvir as preocupações dos jovens, dos idosos, dos empresários, das instituições de solidariedade social, dos autarcas. O itinerário foi criteriosamente escolhido em função dos graves problemas que afetam cada um desses concelhos. As questões relacionadas com a exclusão social, a saúde, a educação e a indústria, as dificuldades dos comerciantes e dos empresários, a agricultura, o ambiente e a cultura, constituem algumas das principais matérias em relação às quais o PS pretende dar ainda maior atenção e, ao mesmo tempo, realçar as deficiências da política governativa em relação a cada um destes setores.
“As Pessoas estão Primeiro” pretende cumprir 3 objetivos específicos: fazer o levantamento dos graves problemas que afetam a vida dos cidadãos; deixar uma mensagem de confiança e esperança no projeto político do Partido Socialista e destacar a necessidade de um estudo antecipado de alguns dos temas da atualidade considerados prioritários na ação de um futuro governo socialista.
Mobilizar e motivar os portugueses - é esta a agenda socialista na defesa dos interesses de Portugal e dos portugueses.
(in: www.ps.pt)

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