domingo, 25 de setembro de 2011

quanta luz... em cada nada!

quanta primavera sinto
em cada folha de setembro
em cada cor de outono nascente

quanta luz encerra
cada uva fermentada
cada recanto de terra despida

quanta vida nasce nas margens
de tanta cidade esquecida
que ainda assim é vida vivida

afinal, quanta luz se oculta
em cada nada e aguarda
um olhar que a solte d'amarra...

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