segunda-feira, 28 de março de 2011

Reunião da Comissão Política da Federação de Viseu do PS

Reuniu-se no dia 27 de Março a Comissão Política da Federação de Viseu do PS. Em cima da mesa estiveram a análise da situação política, o Congresso Nacional do PS e as eleições para Secretário Geral, para os delegados ao Congresso e para o Departamento das Mulheres Socialistas que decorreram nos dias 25 e 26 de Março.
Desta reunião ressaltou uma forte união do PS em torno do seu reeleito Secretário Geral, José Sócrates, que em Viseu obteve 98,4% dos votos e a maior votação desde que há eleições directas no PS o que revela um PS distrital coeso e participativo na sua vida interna. Igualmente se deu eco da vitória a nível nacional da candidata Catarina Marcelino para Presidente do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas que tinha como opositora a actual Presidente, Manuela Augusto.
Quanto à análise da situação política, os socialistas que intervieram, a começar pelo Presidente da Federação, João Azevedo, deixaram bem clara a forte determinação e empenhamento do PS de Viseu na luta diária para defender Portugal ao lado do seu Secretário Geral e Primeiro Ministro José Sócrates, face a esta crise irracional e irresponsável em que a oposição, nomeadamente o PSD, nos lançou ao chumbar o PEC IV.
Quiseram também os intervenientes deixar bem claro que o PS nunca deu nem nunca dará, a ninguém, a prerrogativa de escolha dos seus líderes e dos interlocutores políticos socialistas seja para o que for, achando mesmo que quem isso diz se está a colocar fora do sistema democrático pelo desrespeito que revela pelos processos decisórios dos partidos políticos.
Nesta reunião quiseram ainda os socialistas deixar bem vincado que Passos Coelho e o PSD não fugirão à responsabilidade de apresentar as suas medidas aos Portugueses para fazer face à crise e para cumprirem os compromissos internacionais relativos ao défice.
Não é só o aumento do IVA para 24 ou 25%, ou a privatização da CGD, ou os despedimentos na função pública, que uns sociais democratas dizem e outros desdizem, os portugueses vão obrigar Passos Coelho a dizer qual é toda a sua agenda que, como se vê, começa a revelar-se liberal e perigosíssima para o Estado Social que tantos anos nos demorou a construir.
Foi pois um PS coeso, determinado, unido e preparado para todos os combates em torno dos objectivos socialistas, mas sobretudo, dos objectivos de defender Portugal dos ataques dos fundos internacionais que com o beneplácito de Passos Coelho e do PSD querem entrar no nosso país.
Intervieram nesta reunião: João Azevedo, José Junqueiro, Rogério Ribeiro, António Pereira, Miguel Ginestal, Fernando Carneiro, Afonso Abrantes, João Cruz, Acácio Pinto, João Tiago e Joaquim Santos.

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